Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Kleina relata falta de dinheiro como problema na busca por reforços

Luiz Ricardo Fini São Paulo (SP)

O técnico Gilson Kleina entregou há mais de uma semana uma lista de reforços para a diretoria do Palmeiras, mas admite que pode ficar sem as tão esperadas contratações. Assim como aconteceu nas temporadas anteriores no clube, o treinador relatou a dificuldade financeira na busca por grandes nomes para 2013.

“Se outro treinador fizesse uma lista, mudaria muito pouco da que fiz. Os nomes já estão sendo trabalhados pelo César Sampaio, mas algumas respostas que tenho é de que não temos dinheiro agora”, afirmou, para explicar. “Futebol se faz com muito dinheiro ou com observação. Neste momento, estamos indo mais pela observação”.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Gilson Kleina aprimora poder de observação para encontrar jogadores por valores menores
Apesar do rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro, Kleina não vê a má fase como empecilho para a chegada de novos jogadores e até citou um atleta ‘misterioso’ que interessa ao clube.

“Quando faço as ligações, os jogadores dizem que seria um prazer jogar no Palmeiras. Um jogador de grande nome no Brasil me disse que viria para jogar todas as competições, inclusive a Série B. O Palmeiras é grande”, ponderou.

O treinador já tentou frear um entusiasmo exagerado com as categorias de base e até afirmou que os garotos não podem ser encarados como solução, mas, se não tiver reforços, vai manter o espaço dado aos mais jovens. “Se tiver que trabalhar com essa molecada, não vou fugir da raia”, avisou.

Em meio aos testes que promove nesta reta final do Brasileirão, Kleina faz um balanço dos garotos do Verdão, como o volante João Denoni e o meia Patrick Vieira, que estão entregues ao departamento médico.

“Os dois deram conta do recado. O Vinícius também fez um grande jogo contra o Atlético-GO, até por treinar há muito tempo no profissional, mas ainda é jovem, tem 19 anos. Vejo alguns prontos, mas outros precisam de maturação maior. O ideal é lançar garoto em fase boa, porque ele se encaixa na equipe e se solta. Para nós, está acontecendo o inverso, porque estão entrando no meio da pressão e da crise”, concluiu.

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