Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Técnico quer permanecer, mas pede mudanças no Verdão

Marcos Guedes Volta Redonda (RJ)

Gilson Kleina não cumpriu a missão de evitar o rebaixamento, mas se vê em condições de permanecer no Palmeiras. Segundo ele, a análise de seu trabalho deve ter mais critérios do que simplesmente a observação do retrospecto desde a sua chegada: 13 jogos, com cinco vitórias, seis derrotas e um empate.

“Uma coisa a gente tem que entender: a avaliação tem que ser minuciosa. É preciso ter atitude, e a atitude passa por nós. Ninguém é dono da verdade, mas a gente não pode ser conivente com algumas coisas, que vou falar internamente”, disse o treinador, cobrando mudanças.

Apesar do tom crítico, Kleina fez elogios a Arnaldo Tirone, que, para ele, “está tentando fazer o que a torcida quer”. O técnico gostaria de saber se os possíveis candidatos à presidência na eleição de janeiro contam com ele e, independentemente disso, promete entregá-los um plano.

“Se nós pudéssemos antecipar alguma coisa com o pessoal, claro que eu pediria o projeto, mas é política, não tem como. O que eu vou procurar fazer é um planejamento, dentro das minhas convicções. O futuro não pertence a mim.”

Essas idéias, diz o técnico, vão muito além da Taça Libertadores. De olho em toda a próxima temporada, que será fechada com a disputa da Série B, ele gostaria de trabalhar com um elenco mais forte, inclusive fisicamente.

“Mudaram alguns conceitos no futebol. O jogo está mais rápido, mais físico, a parte física está até mais importante do que a técnica. A gente tem que ser forte no início, no meio e no fim [do ano]. Não adianta ser forte só no início”, concluiu o treinador, que dificilmente terá grandes chances de pôr o plano em prática.

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