Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Após renovar em 15 minutos, Ceni comemora "mais um ano em casa"

Thiago Bastos Ferri, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

Jogador que mais vestiu a camisa do São Paulo, Rogério Ceni não escondeu sua satisfação por ter renovado o vínculo com a equipe do Morumbi até o final de 2013 - seu contrato anterior se encerrava em dezembro deste ano. Ao lado do diretor de futebol Adalberto Baptista, o camisa 01, disse que resolveu o assunto com uma rápida conversa com o dirigente e já mira o 23º ano consecutivo em sua "casa".

“Conversamos ontem (quinta) à noite. Gastamos 15 minutos e apenas houve uma prorrogação até dezembro de 2013. Estou muito feliz, agradeço ao Juvenal (Juvêncio, presidente do clube), ao Adalberto, e ao meu torcedor, que é o grande motivo de se entrar em campo, vestir a camisa, motivado, querendo vencer”, comemorou o goleiro, sem esconder sua emoção, no CT da Barra Funda.

“Agora vou ficar mais um ano em casa, e ainda continuo morando aqui. Quem sabe para completar 23 anos consecutivos vivendo nesta entidade”, acrescentou o capitão são-paulino, que já atuou pela equipe em 1044 jogos na meta tricolor, e, mesmo atuando entre as traves, marcou 105 gols.

“É uma satisfação de todos os são-paulinos e da instituição de contar com o Rogério por mais um ano. Toda a contribuição dele é importante, não só dentro de campo. Ele mostrou que está no auge da forma, independente da idade. Fico até um pouco emocionado, porque é uma alegria muito grande de ter ele mais um ano conosco no CT”, disse Adalberto, em rápido pronunciamento antes da entrevista do arqueiro.

Com os títulos da Libertadores (dois), Brasileiro (três consecutivos), e dois Mundiais, e a longa história pelo São Paulo, Rogério é tido com uma voz importante dentro do clube do Morumbi. O camisa 01 confessou que, por seu carinho, faz mais cobranças, por ver o Tricolor mais do que um simples emprego.

“Minha Seleção é essa, meu time é esse. É onde gosto de jogar, onde me sinto à vontade, conheço gente da cozinha, rouparia, segurança, médico, fisioterapia há 23 anos. É mais do que a extensão da minha família. Falam que eu sou dono daqui, eu gostaria que todos se sentissem donos da empresa em que trabalham, porque a tendência é de que você se apegue com muito mais vontade e dedicação”, completou.

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