Futebol/Copa Libertadores - ( )

Clima de Libertadores começa a tomar conta do Tricolor

Marcos Guedes São Paulo (SP)

A Copa Libertadores deste ano tinha acabado de chegar ao fim quando Ney Franco foi contratado pelo São Paulo, em julho. O treinador não demorou a perceber que o torneio tem um significado diferente entre os tricolores, tricampeões.

“O torcedor é apaixonado por essa competição. Antes mesmo de a gente confirmar a classificação, a conversa era em cima disso”, disse o técnico, que assumiu o clube com a missão de leva-lo de volta à principal disputa sul-americana após dois anos de ausência.

No último domingo, a vaga foi confirmada. O São Paulo vai entrar na fase preliminar em 2013 – a não ser que surpreenda e pule da quarta para a segunda colocação no Campeonato Brasileiro nas duas rodadas derradeiras, indo direto para a etapa de grupos –, e o planejamento já é direcionado à luta pelo tetra.

“Você vê que começou a mobilização no clube. Como nós falamos do Boca Juniors, falam do São Paulo na Argentina, no Paraguai. Quando sai a definição e se percebe que o São Paulo está na competição, com certeza, é preocupante”, sorriu Ney Franco, já com um ar soberano.

Como na edição de 2006, a Libertadores terá todos os integrantes do Trio de Ferro. Desta vez, no entanto, o Corinthians entra com a inédita condição de atual campeão e, por isso, ganha algum respeito de são-paulinos como Luis Fabiano.

“O Corinthians está mais entrosado, com a base formada há muito tempo. Por ter ganho a última disputa, chega como grande favorito, e a gente corre por fora”, disse o centroavante, antes de deixar transbordar seu otimismo. “O São Paulo tem tradição nessa competição. O ano que vem é um grande ano para a gente, vamos chegar fortes.”

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