Vôlei/Superliga - ( - Atualizado )

Superliga feminina começa com duelo de oito medalhistas olímpicas

Osasco (SP)

Oito medalhistas olímpicas estarão em quadra para a estreia da Superliga feminina, nesta sexta, no ginásio José Liberatti, em Osasco, às 21 horas. A principal competição de vôlei nacional começará com um grande confronto entre o Sollys/Nestlé e o Vôlei Amil, equipes que fizeram a final do Campeonato Paulista.

As jogadoras que duelaram em Osasco já se conhecem, pois muitas dividem espaço na Seleção e sabem das dificuldades de enfrentar as companheiras. Porém, o time comandado por José Roberto Guimarães terá que superar o retrospecto negativo, uma vez que não conseguiu triunfar em nenhum dos quatro confrontos com o time do interior paulista.

“O Sollys/Nestlé tem uma grande equipe. São jogadoras que jogam juntas há muito tempo na Seleção. Temos que jogar muito bem taticamente para termos uma chance. É fundamental o nosso saque funcionar para tirarmos o passe da mão da Fabíola. Nossa equipe está crescendo a cada jogo e temos tudo para fazer uma boa Superliga”, analisou a central Walewska, do Vôlei Amil.

Além de Walewska, a Amil também conta com medalhistas olímpicas como a levantadora Fernandinha e a cubana Ramirez. Do banco de reservas, o técnico tricampeão olímpico Zé Roberto lidera o time, que tentará surpreender o entrosamento das jogadoras de Osasco.

Divulgação/CBV
Zé Roberto tenta quebrar a invencibilidade do Sollys/Nestlé contra o Vôlei Amil

“É uma equipe difícil de enfrentar. Elas formam um grupo que já tem uma base. Já o nosso time teve poucas opções de troca durante o Paulista, com as contusões da Soninha e da Vasileva. Depois do Paulista tivemos tempo para treinar e espero que possamos crescer durante a Superliga”, ressaltou o treinador. Soninha se recupera de uma cirurgia de hérnia de disco e a atacante búlgara Vasileva ainda não acertou toda sua documentação.

A Amil também terá que superar a ótima fase do Sollys/Nestlé, que depois de ser campeão da última Superliga, ainda acumulou os títulos do Sul-americano, do Mundial de Clubes, do Campeonato Paulista e dos Jogos Abertos do Interior.

Pelo lado do Osasco aparecem as medalhistas em Olimpíadas Jaqueline, Thaisa, Sheilla, Adenízia e Fernanda Garay. “Tivemos uma grande temporada. Neste grupo todas as atletas se ajudam muito. Somos amigas também fora de quadra. Temos que ter continuidade durante a Superliga. Mudamos algumas peças, com a chegada da Sheilla e da Fernanda Garay, que fizeram muito bem ao grupo. A Superliga é o melhor campeonato do mundo e sempre espero jogos difíceis, independentemente do adversário”, destacou a ponteira Jaqueline.

Divulgação/CBV
Jaqueline é uma das medalhistas olímpicas em quadra que promete dar trabalho no ataque do Osasco

O técnico Luizomar de Moura, que comanda a equipe laranja, mantém a cautela e também ressalta os desfalques que o Osasco terá para a estreia. “A Superliga é uma competição difícil e há algumas edições somos apontados como favoritos. O Vôlei Amil é uma equipe complicada e já jogamos algumas vezes durante o Paulista. Será uma estreia complicada. Infelizmente, não vamos poder contar com a Sheilla e a Adenízia”.

Sheilla se recupera de uma fratura no pé esquerdo, enquanto Adenízia deve ficar afastada cerca de dois meses depois de sofrer uma lesão na mão direita durante o treinamento.

Confira os jogos da primeira rodada da Superliga:

Sesi-SP x Pinheiros, às 18h, na Vila Leopoldina, em São Paulo (SP)
Banana Boat/Praia Clube x São Bernardo Vôlei, às 19h30, no Praia Clube, em Uberlândia (MG)
Unilever x São Cristovão Saúde/São Caetano, às 19h30, no Tijuca T.C., no Rio de Janeiro (RJ) Sollys/Nestlé x Vôlei Amil, às 21h, no José Liberatti,em Osasco (SP)
Usiminas/Minas x Rio do Sul, às 11h, na Arena Vivo, em Belo Horizonte (MG)

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