Atletismo/São Silvestre - ( - Atualizado )

Campeã em 2001, Baldaia acredita em quebra do jejum no feminino

Bruno Ceccon São Paulo (SP)

Campeã da edição de 2001 da Corrida Internacional de São Silvestre, Maria Zeferina Baldaia foi uma das últimas três brasileiras vitoriosas na prova. A atleta, testemunha da supremacia estabelecida pelas estrangeiras desde 2007, acredita na quebra do jejum nesta segunda-feira.

“Mais cedo ou mais tarde uma brasileira consegue ganhar novamente. Vai ser uma briga acirrada entre nós e as estrangeiras. Nosso objetivo é colocar o Brasil no lugar mais alto novamente e, caso não seja possível, terminar entre as cinco primeiras para subir no pódio”, afirmou.

Lucélia Peres, campeã em 2006, foi a última brasileira a vencer a Corrida Internacional de São Silvestre. Desde então, ganharam as quenianas Alice Timbilili (2007 e 2010), Pasalia Chepkorir (2009) e Priscah Jeptoo (2011), além da etíope Yimer Wude Ayalew (2008).

“Temos brasileiras que vêm de ótimos resultados nesse ano, como a Sueli Pereira Silva, que fez os últimos treinamentos na altitude de Paipa-COL. Ela abriu mão da Volta da Pampulha e de outras provas para poder treinar especificamente para a São Silvestre”, exemplificou a atleta.

Quarta colocada no Circuito Nacional de Corridas de Rua, liderado por Marily dos Santos, mais uma cotada na São Silvestre, Baldaia se diz animada. “Tive um ano maravilhoso. Estou bastante otimista e confiante para a última prova da temporada”, avisou.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Como de costume, Maria Zeferina Baldaia pintou as unhas com as cores da bandeira do Brasil para a São Silvestre
Em sua 88ª edição, disputada de maneira ininterrupta, a Corrida Internacional de São Silvestre será realizada no período da manhã, algo inédito. Na medida em que terá tempo de retornar a Sertãozinho-SP para festejar o Réveillon com a largada programada para as 8h40 (de Brasília), Baldaia aprovou a novidade.

“Eu adorei. Nem lembro há quanto tempo não passo a virada de ano com minha família. Além disso, não vai ter problema para o pessoal do Réveillon na Paulista. Do ponto de vista esportivo, o clima é mais ameno e nós normalmente competimos e treinamos pela manhã, então já estamos adaptadas”, explicou.

A experiente corredora ainda gostou da volta da chegada à Avenida Paulista, em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero. “Nada contra o percurso de 2011, mas todo mundo conhece a São Silvestre começando e terminando na Paulista”, disse a campeã de 2001.

Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade