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‘Do agrado’ de Felipão, Ralf passa férias pedindo 2013 ainda melhor

Gabriel Carneiro, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

A Seleção Brasileira não foi uma realidade incontestável para o volante Ralf sob o comando de Mano Menezes, treinador que o indicou para o Corinthians no início da temporada 2010. Com Luiz Felipe Scolari como treinador, o camisa 5 do Timão idealiza mais um objetivo além daqueles que possui no clube onde foi campeão mundial: ser titular da Seleção na Copa das Confederações e ‘cavar’ sua vaga na Copa do Mundo de 2014.

“Com o Felipão aumentam muito minhas chances na Seleção, porque ele gosta de jogadores da minha característica”, resume o volante que jogou na várzea do futebol de São Paulo antes de se tornar profissional pelo Taboão da Serra e ainda passar pela base do São Paulo, Imperatriz-MA, XV de Jaú-SP, Gama e Noroeste antes de chegar ao Grêmio-SP. No clube da Grande São Paulo, fez boa campanha no Brasileirão de 2009 e ganhou a chance de vestir a camisa do Corinthians.

Desde 2010 no elenco do Timão, começou como reserva, mas ganhou espaço sem dificuldades após a saída de Cristian para o Fenerbahce, da Turquia. Homem de confiança do técnico Tite à frente da zaga da equipe, Ralf planeja conquistar ainda mais títulos do que nas últimas temporadas, quando levou o Campeonato Brasileiro (2011), a Libertadores e o Mundial de Clubes (2012).

AFP
Ralf é bicampeão do Superclássico das Américas, mas quer a chance de ser "egoísta" no Corinthians e na Seleção
“Temos que ter essa ambição de ganhar tudo em 2013 e acho que é um egoísmo positivo. Se for igual já está maravilhoso, mas vamos ver”, diz o volante corintiano, que nem pensa em sair da equipe na próxima temporada: “Tenho contrato até 2015 e sempre respeitei meus contratos. No Corinthians não é diferente, porque você tem dimensão, suporte e todos os jogadores querem estar aqui. Vou fazer três anos de Corinthians no mês que vem e espero ficar”.

De férias na Bahia, onde seus pais têm família, Ralf descansa à espera da reapresentação ao Corinthians, no dia 14, e de suas novas oportunidades na Seleção Brasileira: “Vai depender do meu desempenho ano que vem, não adianta mais o que eu fiz esse ano. Vou ter que fazer melhor para voltar à Seleção o mais rápido possível. Todo jogador quer se firmar na Seleção, mas eu tenho os pés no chão e me dedico a cada dia, treino e jogo para isso”.

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