Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Do paraíso ao inferno em 130 dias: veja a trajetória do rebaixamento

William Correia São Paulo (SP)

Em 11 de julho, o Palmeiras levantou a taça da Copa do Brasil em tom de alívio. Tudo que levou ao título dava a impressão de que o período sem conquistas expressivas e cheio de vexames chegava ao fim. Neste dia 18 de novembro, porém, o engano foi desfeito com o rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

Para demonstrar como o clube foi capaz de ir do paraíso ao inferno em 130 dias, a Gazeta Esportiva.net relembra abaixo os principais momentos da campanha fracassada do Palmeiras, que conseguiu neste Brasileirão apenas nove vitórias, sete empates e 20 derrotas e a ida à Série B com dois jogos de antecedência.

 
 
O Brasil era alviverde

Depois do empate por 1 a 1 com o Coritiba, no Paraná, Marcos Assunção ergueu o troféu da Copa do Brasil em gesto que simbolizou bem mais do que o título mais importante de sua carreira. Era a primeira conquista de relevância desde a Libertadores de 1999 e responsável por ratificar o Palmeiras como maior campeão do País: quatro Campeonatos Brasileiros, duas Taças Brasil, dois Torneios Roberto Gomes Pedrosa e duas Copas do Brasil.

Particularmente, a festa no Couto Pereira também foi especial para Luiz Felipe Scolari, que se reforçou como Rei de Copas ao ampliar sua distância como maior vencedor da Copa do Brasil com sua quarta conquista – é o único técnico a ganhá-la mais de uma vez – e alcançou seu primeiro título importante desde o Mundial de 2002 pela Seleção Brasileira. Sua visão no clube também mudou: se três meses antes teve seu pedido de demissão negado pela diretoria e dois meses antes havia prometido não renovar o contrato que acabaria em dezembro, agora já ouvia pedidos para ficar no clube em 2013 e se animou.

Na volta a São Paulo, a festa fez com que todos os problemas do Verdão fossem esquecidos. Embriagado, Marcos, aposentado desde janeiro, tomou o microfone em trio elétrico e fez provocações ao Corinthians, chamando o rival de “gambá”, antes de ser literalmente carregado até o campo da Academia de Futebol e seguir festejando. Valdivia, também sob efeito do álcool, puxava coro para Assunção e Felipão ficarem em 2013 e prometeu só deixar o time se a torcida quisesse. O meia parecia ter se esquecido do sequestro sofrido em junho e da esposa e filhos que estavam no Chile com medo de São Paulo.

Politicamente, a conquista também serviu para o presidente Arnaldo Tirone e o vice-presidente Roberto Frizzo terem uma aparente incontestável arma para calar os críticos e já pensarem nas eleições no clube, em janeiro. César Sampaio, volante vitorioso no Palmeiras na década de 1990, agora acumulava elogios por seu trabalho como gerente de futebol ou como “apagador de incêndios”. A volta à Libertadores ainda aumentou a expectativa por grandes contratações.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
A Copa do Brasil parecia abrir um novo caminho para o time, mas a festa pelo título durou pouco
No embalo de Betinho como herói pelo gol na final em Curitiba, Bruno eleito o melhor goleiro da Copa do Brasil e a volta de Obina quase três anos após ser dispensado por agredir Maurício Nascimento no intervalo de um jogo, o Verdão encarava a zona de rebaixamento do Brasileiro como algo temporário. Os empates com São Paulo e Coritiba em meio a uma série de desfalques e a vitória sobre o Náutico na sequência fortaleceram esse pensamento.

Mago some, e Pirata não resolve sozinho

A vitória contra o Náutico, 11 dias depois da conquista da Copa do Brasil, já mostrou que paz não combinava com Palmeiras. O goleiro Deola foi emprestado ao Vitória como consequência de problemas internos e Valdivia deixou o jogo desistindo da ideia de ficar. “Os contratos são como regras, que são feitas para serem quebradas. Existem cláusulas e coisas a serem resolvidas. Temos de sentar e conversar”, falou o chileno.

Após a declaração, o Mago começou a reclamar de lesões, enquanto era sondado pelo Flamengo e via Arnaldo Tirone recusar proposta superior a R$ 10 milhões do futebol árabe pelo meia, mesmo com o presidente ciente de que o Verdão ainda paga de forma parcelada R$ 36 milhões referentes à contratação de Valdivia em 2010 (o valor inclui os juros bancários, pois o time precisou de um empréstimo para chegar a um acordo com o Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos).

Se não era negociado, Valdivia também não jogava, alegando sentir dores. E no departamento médico já estavam naquela época Maurício Ramos, Román, Thiago Heleno, João Vitor, Henrique, Maikon Leite e Marcos Assunção – mais tarde, Daniel Carvalho se juntou a eles. Nesse período, quem voltou foi Barcos, recuperado da apendicite que o tirou das finais da Copa do Brasil.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Hernán Barcos cumpriu seu papel de artilheiro durante o ano, mas só o Pirata não conseguiu salvar
O camisa 9 logo mostrou seu valor, ao mesmo tempo em que ficava clara a dependência do time pelo Pirata. Ficou evidente também que ele não poderia resolver sozinho. Em uma sequência de sete jogos, o centroavante fez todos os sete gols da equipe, mas, neste espaço de tempo, ocorreram derrotas para Cruzeiro, Inter, Fluminense e Atlético-GO e só uma vitória sobre o Flamengo e duas sobre o Botafogo, uma delas pela Copa Sul-americana.

Esperança vira angústia

No fim de julho, após a saída de Deola, outro reserva deixou o elenco campeão da Copa do Brasil: o lateral direito Cicinho, vendido ao Sevilla, da Espanha. Mas o time nem pareceu sentir falta dele. Na verdade, pouco depois de sua negociação, uma partida se tornou emblemática na luta por esperança do Verdão: a vitória sobre o Flamengo, por 1 a 0, em 15 de agosto.

Aquele jogo, definido com gol impedido de Barcos, após o time ter sido prejudicado por erros de arbitragem em derrotas para Bahia e Cruzeiro, marcou a volta de Valdivia e deixou o clube fora da zona de rebaixamento pela primeira vez depois de oito rodadas. O ânimo ficou tão grande que Marcos Assunção sentiu que poderia fazer a cirurgia no joelho direito que estava adiando e já se falava no clube em evitar logo o risco de cair para priorizar a Copa Sul-americana.

Como uma injeção de esperança, Correa foi contratado mesmo estando há quatro meses sem jogar. No compromisso seguinte ao triunfo sobre o Flamengo, porém, o time perdeu para o Atlético-GO. No outro fim de semana, uma nova derrota, desta vez para o Santos, no Pacaembu, determinou a equipe como dona da quarta pior campanha do primeiro turno do Brasileiro, dentro da faixa de descenso.

Em meio a esses tropeços, o time perdeu do Botafogo por 3 a 1, pela Sul-americana, em jogo no qual tinha tantos desfalques que faltou atleta para completar o banco – Fernandinho, lateral esquerdo reserva, teve que operar o joelho esquerdo e só volta em 2013 –, mas, como havia vencido em casa na ida por 2 a 0, a classificação foi garantida. Ficou a promessa de usar a luta no duelo continental como modelo para o Brasileiro – por pouco tempo.

O começo do segundo turno nacional não poderia ser pior. O Verdão perdeu por 3 a 0 da Portuguesa em uma péssima atuação no Canindé e viu os clubes fora da zona de rebaixamento se distanciarem. No compromisso seguinte, mesmo com um a mais desde os 15 minutos do primeiro tempo devido à expulsão de Kleber, o time ficou no 0 a 0 com o Grêmio, no Pacaembu – o duelo marcou a estreia de Tiago Real, meia vindo do Joinville.

O fim de uma era

Naquele momento do Palmeiras, até uma notícia boa se tornava ruim. Por seu desempenho no clube, Barcos, que chegou ao Brasil em janeiro em meio a processo de naturalização para ser equatoriano e ter chances de jogar na seleção daquele país, foi convocado para a Argentina. E o time passou a precisar se virar sem o artilheiro. Para reforçar o elenco, chegou o veterano lateral esquerdo Leandro, que não jogava desde o fim de 2011.

Mesmo com a ausência de seu camisa 9, Felipão decidiu soltar o time para ajudar Obina, seu substituto. Na primeira partida, deu certo e a equipe venceu o Sport por 3 a 1, no Pacaembu, naquela que seria a última vitória do treinador pelo clube. Toda a alegria do triunfo se desfez com os 3 a 0 impostos pelo Atlético-MG, em Belo Horizonte.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Luiz Felipe Scolari não suportou a pressão e foi embora do Palmeiras, que já estava na zona de rebaixamento
Logo depois, veio a derrota por 3 a 1 para o Vasco, em São Januário. Três semanas após falar sobre sua renovação de contrato em praia carioca, Felipão deixava o mesmo Rio de Janeiro ciente de que tinha que sair imediatamente, mesmo tendo prometido três dias antes “cair junto com o time em caso de rebaixamento”. Dessa vez, a diretoria, enfim, concordou com sua vontade de ficar desempregado.

Em 13 de setembro, o Palmeiras anunciava a saída do técnico campeão da Copa do Brasil dois meses antes. Em sua segunda passagem pelo clube, iniciada em julho de 2010, tornou-o o segundo treinador que mais vezes comandou o time: são 408 jogos, deixando-o atrás apenas de outro gaúcho, Osvaldo Brandão. Pelo Palmeiras, Scolari foi campeão da Libertadores de 1999, das Copas do Brasil de 1998 e 2012 e do Torneio Rio-São Paulo de 2000.

Tensão e um novo bombeiro

Felipão deixou o Verdão três dias antes de uma partida contra o Corinthians. Coube a Narciso, ex-defensor contratado como treinador das categorias de base do clube semanas antes, fazer a sua estreia como técnico de um time profissional, contando com uma volta forçada de Marcos Assunção, ainda com o joelho recém-operado inchado. O resultado foi um dos clássicos mais tensos da história do Derby.

A vitória corintiana por 2 a 0, que fixou o Palmeiras em penúltimo lugar, ficou em segundo plano. O time, com a mesma base de Scolari, teve Luan expulso por absoluto descontrole com 25 minutos em campo, símbolo do desespero da equipe. Já torcedores palmeirenses começaram o clássico com um mosaico convocando corintianos para uma luta sem armas de fogo, esboçaram uma invasão de campo após o primeiro gol do rival, brigaram entre si, depredaram o Pacaembu atirando copos, garrafas e cadeiras no campo e ainda tentaram agredir o presidente Arnaldo Tirone e o vice Roberto Frizzo, tanto no estádio quanto em uma lanchonete de Frizzo, que ficou destruída.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Gilson Kleina não conseguiu salvar a equipe do rebaixamento, apesar da esperança que gerou no início
Após a partida, o religioso Maurício Ramos dizia que o time estava no “inferno”, Valdivia adotava tom de quem já jogava a toalha e pichações chamando os atletas de “vagabundos” apareceram no Palestra Itália. No dia seguinte à derrota, Tirone, cobrado publicamente até por seu diretor jurídico, Piraci Oliveira, não apareceu em evento na Arena Palestra Itália envolvendo clubes de todo o Brasil. Frizzo também faltou. Coube aos vice-presidentes Edvaldo Frasson e Walter Munhoz representarem o clube, e, na mesma semana, ambos solicitaram afastamento de seus cargos. No time, quem fez o mesmo foi João Vitor, que passou a dizer sentir dores publicamente, mas pediu para não jogar mais pelo clube após ser ameaçado por torcedores.

Neste ambiente, a diretoria, que não procurou o austero Emerson Leão por veto do elenco, recebeu uma negativa de Jorginho e não conseguiu entrar em acordo com Paulo Roberto Falcão, decidiu pagar a multa rescisória de Gilson Kleina para tirá-lo da Ponte Preta e apostar nele como o responsável por evitar o rebaixamento. Para ajudá-lo, os dirigentes optaram por uma semana de concentração em Itu, que teve até o ex-goleiro Marcos dormindo no hotel.

Kleina assumiu um elenco dividido entre ‘órfãos’ de Felipão, que estavam dispostos a ajudar, e outros que não aguentavam mais o estilo disciplinador do antigo técnico. Na tabela, o Palmeiras estava em penúltimo lugar, a oito pontos do primeiro clube fora da zona de rebaixamento. Humilde ao se apresentar, admitindo que não seria contratado se a situação não estivesse ruim, o treinador foi ousado na estratégia que impôs: fazendo marcação sob pressão no campo adversário, ganhou de Figueirense e Ponte Preta, pelo Brasileiro, e Millonarios, da Colômbia, pela Sul-americana – resultados que minimizaram o erro da diretoria ao não inscrever o lateral esquerdo Leandro no torneio continental.

Choque de realidade

A esperança claramente se renovou com a chegada de Kleina, mas a realidade logo reapareceu no Verdão. Por conta da confusão na derrota para o Corinthians, a TUP (Torcida Uniformizada do Palmeiras) passou a ser impedida de entrar em estádio e o clube recebeu do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) a punição de mandar quatro jogos a mais de 100 km da capital.

Em campo, Kleina resolveu inovar contra o São Paulo, no Morumbi. Sem Maikon Leite, machucado, e com Luan à disposição, optou por escalar o meia Daniel Carvalho, fora de forma, em trinca ofensiva com Valdivia e Barcos. Acabou perdendo por 3 a 0 em clássico no qual Artur foi expulso no começo do segundo tempo e Valdivia teve lesão no joelho esquerdo que não lhe permitiu mais jogar neste ano.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
O meia Valdivia se despediu deste Campeonato Brasileiro ao sofrer a lesão no joelho esquerdo, contra o São Paulo
Após sua primeira derrota e má atuação no Verdão, o técnico pôde mostrar qualidade na escolha de uma nova ‘casa’. A pedido dele, a diretoria escolheu jogar em Araraquara contra o Coritiba, em confronto direto para escapar da Série B. E a equipe, em novo desempenho decepcionante, perdeu por 1 a 0. Na sequência, outro tropeço por 1 a 0, desta vez diante do Náutico, em Pernambuco.

O clima estava pesado, tanto que, antes do jogo nos Aflitos, cerca de 30 membros de uma torcida organizada tentaram invadir o hotel da delegação no Recife e só foram contidos quando César Sampaio e Gilson Kleina optaram por conversar com os revoltados. A comissão técnica decidiu manter o grupo no Nordeste para enfrentar o Bahia três dias depois – neste período, sem atletas suficientes entre os convocados, chegou a ter o assessor de imprensa Marcelo Cazavia participando de uma atividade.

Barcos enfrentou uma maratona a partir de então. Defendeu a seleção argentina no Chile e, menos de 24 horas depois, estava em campo na Bahia após passar 12 horas nos aeroportos de Santiago, Guarulhos e Salvador, chegando ao estádio a tempo de jogar graças à ajuda de policiais, que abriram espaço no trânsito. No jogo, o centroavante mostrou a razão de tanto esforço: deu a assistência para Betinho fazer o gol da vitória por 1 a 0, reduzindo para seis pontos a diferença para a saída da zona de rebaixamento.

O time seguiu direto do Nordeste para Araraquara, onde enfrentou e venceu o Cruzeiro por 2 a 0 na rodada seguinte, com dois gols de Barcos. Antes da partida, outro assessor de imprensa do clube, Fábio Finelli, chamou a atenção ao jogar sal grosso nas traves, em ação que teve a conivência de Gilson Kleina.

Mas nenhuma mandinga foi suficiente para fazer o Palmeiras, enfim, embalar. Após ser eliminado da Sul-americana vendo seu time misto (com Barcos pedindo e entrando em campo) perder por 3 a 0 para o Millonarios, na Colômbia, a equipe foi derrotada pelo Inter por 2 a 1, no Beira-Rio. A desclassificação aconteceu na mesma semana em que viu o ídolo Alex preferir retornar ao Coritiba em vez de voltar a jogar no clube em que venceu a Libertadores de 1999.

A partida contra o Inter ainda teve uma peculiaridade. O árbitro Francisco Carlos Nascimento chegou a validar um gol de mão de Barcos, que seria o de empate, mas, minutos depois, disse que o lance era ilegal, sem dar cartão ao argentino. A diretoria do Verdão pediu a anulação do jogo por interferência externa na arbitragem: dizia ter provas de que o delegado Gerson Antônio Baluta perguntou a repórteres se houve o toque de mão e repassou a informação ao quarto árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima, que alertou Nascimento.

O departamento jurídico alviverde levou o caso ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva, com o intuito de impugnar o jogo. Porém, desta vez nos bastidores, o Palmeiras sofreu mais uma derrota contundente: 9 votos a 0.

Desespero e rebaixamento consumado

Sem sucesso no STJD, a esperança ficou apenas nos pés dos jogadores, que não conseguiram evitar a queda. Mesmo com boa atuação e de inúmeras chances criadas na frente, o Palmeiras só empatou por 2 a 2 com o Botafogo, em Araraquara. A partida foi marcada por mais um confronto de torcedores palmeirenses com a polícia, que impediu a invasão de campo. Só o gol de Barcos no fim do jogo acalmou os ânimos.

Mas a tarde inspirada do Pirata, que alcançou sua meta de 27 bolas nas redes no ano, não foi suficiente para a equipe. O destaque negativo ficou por conta de Maurício Ramos, que falhou nos dois gols do adversário e chorou ao término do confronto.

Com os tropeços, a torcida passou a exercer cada vez mais pressão sobre o elenco e a diretoria, inclusive com ameaças de agressão. Neste clima hostil, o time sonhava com a reação contra o Fluminense, em Presidente Prudente. O time carioca abriu dois gols de vantagem, e o Verdão mostrou força para empatar, mas levou o gol de Fred nos minutos finais.

O tropeço colocou o Verdão perto do rebaixamento e deu o título antecipado do Brasileirão ao Fluminense. A consequência foi mais uma ação fora de campo de torcedores, que atearam fogo na loja oficial do clube, no estádio Palestra Itália. Com muitos desfalques, a queda foi inevitável neste jogo contra o Flamengo, em Volta Redonda.

Mesmo com o gol do contestado atacante Vinícius, Vagner Love, que se destacou exatamente na Série B conquistada pelo Verdão em 2003, decretou o empate com os cariocas, por 1 a 1. Somado aos resultados de Portuguesa, que empatou com o Grêmio, e Bahia, vencedor no confronto com a Ponta Preta, o time paulista, o qual há pouco mais de quatro meses comemorava a conquista da Copa do Brasil, teve finalmente decretado seu retorno à segunda divisão do futebol nacional, com duas rodadas de antecedência.

Djalma Vassão/Gazeta Press
O empate com o Flamengo confirmou os temores da torcida alviverde e gerou rebaixamento do Verdão no domingo

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