Futebol/Copa Sul-americana - ( - Atualizado )

Exaltado em campo, Albil teria sido intimidado por arma em confusão

São Paulo (SP)

Depois de passar o primeiro jogo da final da Copa Sul-americana sem muito trabalho, o goleiro argentino Damián Albil teve uma péssima noite na última quarta-feira. O arqueiro do Tigre viu Lucas infernizar sua zaga, anotar um gol e dar assistência para o segundo, marcado por Osvaldo. Após o apito final na primeira etapa, era um dos mais exaltados na confusão entre os jogadores e, na obscura briga nos vestiários, teria sido ameaçado com uma arma de fogo.

Quando o juiz chileno Enrique Osses encerrou o primeiro tempo, Lucas, irritado com agressão, mostrou seu curativo ao ‘culpado’ o lateral esquerdo Lucas Orban e iniciou uma confusão no gramado. Rapidamente escoltado pelos companheiros de clube, o camisa 7 não viu Albil empurrar os laterais Paulo Miranda e Douglas, na tentativa de provocar os são-paulinos.

Já mais calmo, o goleiro passou a apartar a briga ao lado de Rhodolfo e outros jogadores. Quando tudo parecia resolvido, no entanto, o elenco do Tigre desceu para seu vestiário e atravessou um corredor para tentar invadir a área reservada aos tricolores. Retidos pelos seguranças do Morumbi, os argentinos teriam iniciado uma confusão generalizada, obrigando a Polícia Militar a intervir.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Paulo Miranda e Díaz também trocaram empurrões, foram expulsos e ajudaram a esquentar o clima de confusão
“Foram 15 minutos brigando com 15 caras que vieram nos agredir. A polícia sacou uma arma e começou a aponta-la a todos. É uma coisa que me surpreende pela grandeza do jogo e do São Paulo. Quando cheguei eles já estavam brigando. A princípio não me deixaram voltar ao campo e os outros jogadores não quiseram voltar”, lamentou o arqueiro à Fox Sports argentina.

Néstor Gorosito, treinador do Tigre, foi mais um a criticar a maneira como os seguranças e os policiais trataram a delegação argentina. Além disso, o técnico se voltou contra as atitudes da diretoria são-paulina, que não permitiu treino de reconhecimento no Morumbi.

“Isso tudo foi consequência do que nos fizeram nas últimas horas. Não nos deixaram treinar e nem fazer aquecimento agora antes da partida. Depois, foi uma emboscada. Não estávamos esperando. Botta caiu com o olho inchado, colocaram um arma no peito de Albil, Díaz está machucado. Uma pessoa do São Paulo, que na terça estava com uniforme de segurança, chegou e começou a bater”, revelou Gorostio.

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