Futebol/Copa Sul-americana - ( - Atualizado )

Vice tricolor rebate protesto do Tigre: "O pessoal chora um pouco"

Gabriel Carneiro e Tossiro Neto São Paulo (SP)

Insatisfeito pelo tratamento oferecido pela diretoria do São Paulo à delegação do Tigre que chegou ao Brasil no início da semana para a decisão da Copa Sul-americana, Rodrigo Molinas, presidente do clube argentino, reclamou por não ter conseguido fazer um treino de reconhecimento do gramado do Morumbi e também por não ter tido à disposição uma carga de ingressos semelhante a que concedeu ao Tricolor em La Bombonera.

Após a chegada do ônibus que traziam os jogadores do São Paulo ao Morumbi, o vice-presidente de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, respondeu às críticas, garantindo que a cordialidade na Argentina foi do Boca Juniors, proprietário da Bombonera, e não do modesto clube argentino. No dia anterior, Jesus Lopes e Molinas haviam se encontrado em um evento da patrocinadora da Sul-americana, quando o dirigente do Tigre cobrou publicamente o tricolor, que devolveu.

“Esse pessoal chora um pouco, exagera. Nós fornecemos todos os ingressos que eles pediram, entregamos os ingressos ontem, no início da tarde. Isso porque solicitamos uma carga adicional, já que a Polícia não tinha liberado”, explicou o dirigente são-paulino, garantindo que a carga de 5% dos ingressos foi cedida antes mesmo da reclamação dos argentinos.

Quanto ao gramado do Morumbi, que não foi liberado para os treinos de reconhecimento do Tigre, João Paulo de Jesus Lopes afirma que seu clube também foi prejudicado: “O São Paulo preserva seu gramado. Preparamos duas atividades ontem, uma do São Paulo e uma do Tigre, mas os anônimos que cuidam do nosso gramado trabalharam até o ultimo minuto e nos recomendaram que não houvesse treinos, senão o gramado ficaria em situação sofrível. É mais uma tentativa de criar mal estar por parte deles. Demos tudo que foi possível e a Conmebol entendeu”.

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