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Futebol/Mundial de Clubes - ( )

Chelsea enaltece “Coringão” e sugere trecho do hino à sua torcida

Londres (Inglaterra)

O Corinthians conta com o respeito do Chelsea às vésperas da final do Mundial de Clubes, domingo, em Yokohama. Em seu site oficial, o time londrino publicou textos em que trata o adversário como “Coringão” e “Timão” e até enaltece um trecho do hino da equipe brasileira.

Segundo o Chelsea, os versos “Teu passado é uma bandeira/ Teu presente, uma lição” do hino corintiano são “maravilhosos”. “Talvez os torcedores do Chelsea devessem adotá-los”, sugere o clube britânico.

A história do Corinthians também foi exaltada pelo Chelsea. O rival na decisão do Mundial lembrou a origem no Corinthian inglês, os títulos e alguns jogadores famosos que passaram pelo Parque São Jorge, como Rivellino, Sócrates e Ronaldo. “Deco, que esteve no Chelsea, começou a sua carreira profissional lá”, acrescentou o site.

O Chelsea ainda viu semelhanças entre os dois finalistas do Mundial. “O Corinthians, como o Chelsea, foi fundado do nada. Em 1910, um grupo de entusiastas se inspirou assistindo a um tour de partidas envolvendo uma famosa equipe amadora britânica. Pouco depois, nasceu o Corinthians Paulista. Eles têm o recorde de 26 títulos estaduais e ganharam o campeonato nacional cinco vezes, a mais recente em 2011. Como o Chelsea, 2012 trouxe a eles o primeiro triunfo continental, na Copa Libertadores”, comparou.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Às vésperas da decisão do Mundial, tradição do Coringão foi enaltecida pelo Chelsea em seu site oficial
Em outro texto, intitulado “Nós temos história”, o Chelsea recorda um antigo confronto amistoso com o Corinthians. No Parque Antártica, em 4 de julho de 1929, a equipe brasileira alcançou empate por 4 a 4 com a inglesa após começar perdendo por 3 a 0. “Já chamado de Timão, o Corinthians ganharia outro apelido depois daquela partida: o time da virada”, afirma a publicação.

Por outro lado, o Chelsea rememora que o próximo encontro com o Corinthians vale muito mais para os brasileiros, pois os clubes europeus não dão o mesmo valor ao Mundial de Clubes.

“A disparidade entre a seriedade com que os respectivos continentes tomam essa batalha intercontinental remonta a décadas e reflete um certo esnobismo do lado britânico e um complexo de inferioridade do outro. Os times sul-americanos veem uma partida anual como uma oportunidade de vencer os magnatas da Europa e provar que o dinheiro e a organização superior não são tudo no futebol”, concluiu o Chelsea, apesar de desejar o “direito chamar a si mesmo de campeão do mundo”.

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