Tite faz questão de mencionar os títulos obtidos em praticamente todos os níveis do futebol. Da segunda divisão gaúcha ao Mundial, ele completou uma lista de conquistas invejável e se consolidou como um dos grandes treinadores do Brasil.
Não era essa a impressão que se tinha quando o técnico voltou ao Corinthians, em 2010. Mais uma vez, como já fizera no próprio Timão em 2004 e em outros clubes, o gaúcho chegou como bombeiro em uma situação de crise.
O fogo se alastrou no ano seguinte, com a eliminação na pré-Libertadores para o Tolima, mas ele sobreviveu. Menos de dois anos depois, estão no currículo um Campeonato Brasileiro, uma Copa Libertadores e um Mundial.
"Não acredito em sorte", diz o quarto cara que mais dirigiu o Timão em sua história centenária. Ele batalhou muito para chegar ao patamar que alcançou definitivamente neste domingo.
Antes mesmo da conquista no Japão, Tite chegou a ter o nome cogitado para a Seleção Brasileira. O Corinthians avisou que não liberaria de jeito nenhum o homem em quem confiava, um homem que, provou-se agora mais uma vez, não deve nada a nenhum técnico do país.
