A carreira de Emerson tem passagens por várias equipes populares. Até no Japão o Sheik defendeu um time cuja torcida é numerosa e fanática, mas nem Urawa Reds, nem Flamengo, nem São Paulo, nem Fluminense têm, segundo ele, torcedores como os do Corinthians.
“Eu não quero ser injusto com todos os outros clubes em que joguei, que têm uma torcida linda”, disse o atacante, ao SporTV, antes de agradar à Fiel: “Mas fazer o que o corintiano faz, não, não, não”.
Emerson voltou a exaltar as mais recentes demonstrações de carinho – a festa desta terça-feira, o abraço no embarque para o Mundial e a invasão do Japão. Do alto do trio elétrico, disse que passou a fazer uma ideia maior do que é o Timão.
Segundo o Sheik, a relação com a torcida mudou os planos dos cansados jogadores. “A gente falou: ‘Vamos ficar uma hora, duas horas, e vamos descansar, ver a família’. Mas seria injusto. Vamos ficar perto deles porque este momento é especial.”
