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Futebol/Mundial de Clubes - ( - Atualizado )

Sheik admite que não gosta de marcar, mas fica “amarradão” ao ajudar

Toyota (Japão)

Autor dos dois gols do Corinthians na final da Copa Libertadores da América, contra o Boca Juniors, o atacante Emerson foi mais discreto na semifinal do Mundial de Clubes. Mas ficou feliz por ter colaborado defensivamente – mesmo a contragosto – na vitória por 1 a 0 sobre o egípcio Al Ahly, nesta quarta-feira, em Toyota.

“O Tite já havia me avisado que, se saísse o nosso gol, o time deles sairia mais para o jogo e eu teria que acompanhar o lateral na marcação. É lógico que não gosto muito de fazer isso. Mas, se é para o bem de todos, faço amarradão”, comentou o Sheik, rindo. “O importante é que o Corinthians venceu.”

O reforço defensivo de Emerson realmente foi necessário ao Corinthians. No segundo tempo, a equipe dirigida por Tite recuou demais e sofreu muita pressão do Al Ahly. O que não surpreendeu o Sheik.

“Ter ansiedade é natural por parte de todo mundo. O Tite já tinha dito que o desenho do jogo seria assim, com eles segurando um pouco mais no começo, buscando as jogadas rápidas e os contra-ataques. Valeu pela vitória”, reforçou o atacante.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Emerson Sheik foi discreto no ataque nesta quarta-feira, porém colaborou com a defesa para conter o Al Ahly
Antes de deixar o estádio onde o Corinthians se classificou para a final do Mundial, Emerson ainda revelou a trilha sonora do seu aparelho de reproduzir músicas. “Vou ouvindo Roberto Carlos até chegar ao nosso ônibus, para me lembrar das minhas crianças. Mais tarde, é funk e pagode”, sorriu.

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