Futebol/Mundial de Clubes - ( )

Abel vê Corinthians superior ao Chelsea, mas alerta sobre Al Ahly

Bruno Ceccon e Luiz Ricardo Fini São Paulo (SP)

O técnico Abel Braga levou o Internacional ao título do Mundial de Clubes de 2006 mesmo tendo o Barcelona pelo caminho. Com a experiência do que passou no torneio no Japão, o treinador vê o Corinthians como favorito em um eventual enfrentamento com o representante europeu, o Chelsea, mas faz um alerta sobre a importância de estar bem concentrado na estreia da competição.

“O Corinthians é um time muito bem armado, bastante seguro e que dá pouco espaço, defendendo com eficiência. Não está faltando nada, só tem de conquistar. Mas precisa ficar atento ao primeiro jogo. O caminho é este, porque, depois, não vejo o Chelsea ganhando deles”, avaliou o técnico do Fluminense, antes de sua participação no Troféu Mesa Redonda, na noite desta terça-feira.

Em entrevista exclusiva à GE.net, Abel se mostrou mais atento em relação ao Al Ahly, que pode ser o adversário do Corinthians na estreia do Mundial. O time egípcio jogará nas quartas de final contra o vencedor entre Sanfrecce Hiroshima (do Japão) e Auckland City (da Nova Zelândia). O ganhador do confronto se classificará para encarar o clube brasileiro, que entrará direto na semifinal da competição.

“Enfrentei o Al Ahly (no Mundial de 2006) e sei que é um time muito bom, que está jogando junto há muitos anos, com o português Manuel José de treinador. Já disputou outras edições do Mundial também. Além disso, chegará ao jogo contra o Corinthians com a adrenalina mais baixa, por já ter estreado antes”, ponderou.

Abel Braga teve a oportunidade de conversar com Tite depois da Libertadores, quando parabenizou o treinador corintiano pela conquista continental e ainda deu seus conselhos para a disputa do Mundial. Na ocasião, o técnico do Fluminense reiterou a necessidade de tomar bastante cuidado no primeiro jogo do torneio.

“Depois que você passa para a final, a responsabilidade é do outro time, neste caso, o Chelsea. Mas, contra o Ahly, a responsabilidade é toda do Corinthians. É só ver pelo que aconteceu com o Inter contra o Mazembe (em 2010). Parecia que os jogadores achavam que ganhariam quando quisessem e a coisa se complicou no momento em que tomaram o primeiro gol”, concluiu.

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