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Timão garante ter seguido orientações prévias da PM em embarque

São Paulo (SP)

Pouco mais de 24 horas depois do tumulto causado no aeroporto de Cumbica por conta do embarque corintiano para o Japão, o clube emitiu um comunicado oficial em que garante ter seguido todas as orientações dadas pela Polícia Militar para a realização do trajeto até o terminal.

Na nota, a assessoria do Timão afirma que o plano de embarque de elenco, comissão técnica e diretoria foi feito há mais de um mês, após reunião entre o próprio clube, a PM, torcidas organizadas e a empresa administradora do aeroporto. “Em nenhum momento a delegação tomou alguma medida sem orientação ou comando do batalhão citado”, explica o comunicado.

Estima-se que 15 mil torcedores foram a Cumbica na noite da última segunda-feira para se despedir dos atletas alvinegros. Houve o estouro de rojões, e extintores de incêndio foram disparados dentro do saguão. Uma área reservada para ações promocionais e um dos guichês no qual era pago o estacionamento foram danificados. A multidão só foi dispersada de madrugada, pela própria PM, com o uso de bombas de gás lacrimogêneo.

A administração do aeroporto, no entanto, já havia divulgado um comunicado nessa terça-feira minimizando os danos causados pela torcida corintiana. De acordo com a nota, a manifestação “não impactou a operação de pousos e decolagens no terminal aeroportuário. Não houve dano significativo às instalações do aeroporto, que opera normalmente. Apesar do grande número de torcedores, os poucos incidentes foram resolvidos durante a noite”.

Confira abaixo a nota divulgada pelo Corinthians na íntegra:

A direção do Sport Club Corinthians esclarece que seguiu as orientações do 44º BPM e o comando do Coronel Celso durante o trajeto do CT Joaquim Grava até o Aeroporto de Guarulhos, na noite da última segunda-feira.

Em nenhum momento a delegação tomou alguma medida sem orientação ou comando do batalhão citado.

O Corinthians aproveita também para esclarecer que o esquema usado na última segunda foi feito há mais de um mês. Em reunião pedida pelo Corinthians em que participaram a Policia Militar, os gestores da GRU AirPort e as torcidas organizadas.

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