Motor/Fórmula 1 - ( - Atualizado )

Chefe da Mercedes reage ao pessimismo de Hamilton e projeta vitórias

Berlim (Alemanha)

Para o chefe da equipe Mercedes, Ross Brawn, o inglês Lewis Hamilton foi pessimista ao afirmar, no final da temporada, que não brigará por vitórias na em 2013, ano no qual começa a defender a equipe prateada. O dirigente acredita no potencial do time e quer provar o erro de seu mais novo piloto.

“Espero que sim. Obviamente estamos trabalhando duro para dar a ele a Nico (Rosberg) a oportunidade de ganhar corridas e fazer pole positions. Essa é nossa ambição, o nosso objetivo”, declarou Brawn ao site britânico Autosport.

Lewis Hamilton trocou a McLaren, equipe que o promoveu para a Fórmula 1, pela Mercedes ciente que não contaria com o melhor carro, por isso fez questão de ressaltar que quer ajudar na evolução do time, que busca ocupar um posto de destaque no grid, mas ainda não desenvolveu um carro bom o suficiente para tanto.

AFP
Hamilton correu sua última temporada pela McLaren, mas Ross Brawn garante que o piloto continuará a brigar por vitórias na Mercedes

“É complicado melhorar a partir de onde estamos, mas vamos tentar, mesmo que não se atinjam todos os objetivos no próximo ano. Tenho certeza de que no coração de Hamilton, ele quer vencer e definir pole positions, mas ele entende o caminho que tenho que seguir pela frente”, ressaltou o experiente chefe da Mercedes.

A chegada de Hamilton foi um fator ainda mais motivador para o ambicioso Ross Brawn, que comemorou muito o acerto com o campeão da temporada 2008. “Vai ser muito interessante para todos nós. A equipe está muito amimada por ainda podermos contar com um piloto deste calibre. À medida que o carro se fortalece, logicamente, os pilotos vão se tornar ainda mais importantes para nós”.

O contrato de Hamilton com a McLaren é até o final do ano, portanto, o inglês não pode trabalhar com a Mercedes antes desse prazo, mas isso não se trata de um grande empecilho para Brawn, que garante tempo suficiente para uma adaptação a partir de janeiro. “Não é um grande problema. Há coisas para começar a fazer, como construir um bom relacionamento com os engenheiros, o que pode começar de fato em janeiro”, encerrou.

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