Futebol/Mundial de Clubes - ( )

Mundial começa nesta quinta marcado por presença de 'guerreiros'

Gazeta Press Yokohama (Japão)

O Mundial de Clubes da Fifa começa nesta quinta-feira e a edição vai ser marcada pela presença de times ‘guerreiros’. Dos sete participantes, quatro disputarão o torneio graças à conquista de títulos que sonharam muito em conquistar ao longo de toda a sua história.

O Corinthians fez da Libertadores uma obsessão e a venceu pela primeira vez. O mesmo vale para o Chelsea, que ganhou a Liga dos Campeões da Europa após colecionar fracassos com grandes timaços armados pelo seu dono, o russo Roman Abramovich. Além deles, o Sanfrecce Hiroshima foi campeão japonês pela primeira vez, enquanto a Liga dos Campeões da Ásia teve também um campeão inédito: o sul-coreano Ulsan Hyundai.

AFP
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, aposta em uma competição de alto nível técnico no Japão
Dessas quatro times, só o Corinthians disputou o Mundial de Clubes uma vez, em 2000, mas naquela ocasião não se classificou como campeão da Libertadores, e sim pela conquista do título brasileiro. Chelsea, Sanfrecce Hiroshima e Ulsan Hyundai estrearão no torneio. Os demais participantes já estiveram nesta competição em edições anteriores: o Monterrey, do México, o Auckland City, da Nova Zelândia, e o Al Ahly, do Egito.

“O futebol está cada vez mais competitivo e não me surpreende que boa parte dos times chegue a esta disputa pela primeira vez. Porém, são novatos de grande qualidade e brilho e que, com certeza, farão um torneio de grande nível. Trata-se de um torneio disputado apenas por campeões, portanto, os resultados deverão ser magníficos do ponto de vista técnico e de empolgação”, disse o suíço Joseph Blatter, presidente da Fifa.

Mais uma vez o torneio será disputado no Japão, com as cidades de Toyota e Yokohama como sedes. A expectativa é que o público lote os estádios, algo que não aconteceu em algumas das edições anteriores.

O mundo entrou em 2000

Entre 1960 e 1999, ocorreu a Copa Intercontinental de Clubes, disputado só entre representantes europeus e sul-americanos. Até 1979, era um jogo na América do Sul e outro na Europa. A partir de 1980, com o patrocínio da Toyota, fábrica japonesa de automóvel, passou a ser disputado em jogo único no Japão.

Em 2000, a Fifa decidiu organizar uma competição com a presença de todos os continentes, e a sede inicial foi o Brasil. O Corinthians, então campeão brasileiro e representante do país-sede, ficou com a taça após bater o Vasco, campeão da Libertadores de 2000, em final brasileira, mas os europeus, que já não curtiam o modelo anterior, passaram a boicotar a competição, que sofreu para conseguir uma segunda edição em 2005.

E foi em 2005 que a Fifa, colocando muito dinheiro para atrair os europeus e escolhendo o Japão como sede para não criar maiores problemas com o antigo patrocinador, conseguiu se considerar a dona do Mundial de Clubes.

Brasil teve grandes momentos

AFP
Rincón levantou a taça do Mundial de 2000 para o Corinthians após o Vasco na final no Maracanã
Na soma da Copa Intercontinental de Clubes com o Mundial, o futebol brasileiro conquistou títulos que considerou planetários em nove ocasiões. Nas duas primeiras, a taça chegou ao país por intermédio do Santos de Pelé, que em 1962 e 1963 superou Benfica e Milan, respectivamente. Demoraram 18 anos para o País voltar a ter um campeão do mesmo nível. Pelos pés de Zico e companhia, o Flamengo bateu o Liverpool já em jogo único no Japão, em 1981.

Dois anos mais tarde o Sul do Brasil comemorou mais do que o resto da nação a conquista do Grêmio, que venceu o Hamburgo, da Alemanha. “A sensação de ganhar é enorme, pois, mesmo sabendo que ganhamos pela camisa de um time, sabemos que a maior parte do Brasil torceu por nós. Em 83, acredito que apenas os torcedores do Internacional não vibraram com a conquista do Grêmio. Ainda mais pelo fato de os europeus nos olharem com o nariz em pé nesse tipo de decisão”, lembrou Renato Gaúcho, herói daquele título.

O Mestre Telê Santana montou dois esquadrões no São Paulo, em 1992 e 1993, e encantou o futebol brasileiro e mundial. No primeiro ano, derrotou o poderoso Barcelona, e na temporada seguinte ganhou do Milan.

No atual modelo de disputa, com a presença de todos os continentes, o Brasil é o grande papão de troféus. Em 2000, no Maracanã, o Corinthians superou o Vasco nos pênaltis. Em 2005, no Japão, foi a vez do São Paulo de Rogério Ceni mandar o Liverpool chorando para a Inglaterra. Um ano depois, também em Yokohama, o Inter venceu o Barcelona, na última vez em que um time do país levou a taça – em 2010, o Inter fracassou ao ser eliminado na semifinal pelo Mazembe, do Congo, e em 2011, o Santos de Neymar não resistiu ao Barcelona de Messi, sendo goleado na final por 4 a 0.

Os participantes

Representante brasileiro deste ano, o Corinthians terá alguns desafios importantes a superar caso queira o título. Sem dúvida nenhuma o Chelsea parece o mais difícil deles, mas isso não significa facilidades em duelos contra outros times.

AFP
O Chelsea de Mata, Fernando Torres e Hazard chega ao Mundial após eliminação na fase de grupos da Champions
Chelsea – Dinheiro é algo que não parece faltar ao clube desde a chegada do milionário russo Roman Abramovich, que não descansou até fazer o time ganhar a Liga dos Campeões da Europa. A consagração veio em uma final épica contra o Bayern de Munique, dentro da Alemanha e nos pênaltis. Porém, a temporada não tem sido fácil para os Blues.

O time inglês tem penado com maus resultados e o técnico Roberto Di Matteo foi demitido após uma derrota de 3 a 0 para a Juventus, na Itália – a equipe acabou eliminada logo na primeira fase da atual edição da Champions. A torcida foi contra a queda do treinador, que ganhou status de ídolo com a conquista continental. Assim, passou a hostilizar o substituto Rafa Benítez, espanhol que levou a Internazionale de Milão ao título mundial em 2010 e perdeu a final do torneio com o Liverpool em 2005.

Apesar do momento conturbado, o Chelsea é um time de respeito. Nomes como o goleiro Cech, o zagueiro Terry, o meia Lampard e o atacante Fernando Torres se juntam a uma legião de brasileiros de primeira linha, como o zagueiro David Luiz, o volante Ramires e o meia Oscar. “Vamos entrar nesta disputa pensando em título, como tem que ser. Para nós, uma conquista mundial tem grande importância”, disse Cech, um dos líderes do elenco.

AFP
O egípcio Al Ahly conquistou pela sétima vez a Liga dos Campeões da África e promete honrar o povo de seu país
Al Ahly – Uma prova de que o Corinthians não vai ter facilidades é que uma das equipes que poderá cruzar seu caminho é o Al Ahly, o maior vencedor da história da Liga dos Campeões da África, com sete conquistas. Gigante em seu continente, o time do Egito já disputou o Mundial de Clubes três vezes, ficando com o terceiro lugar em 2006.

Neste ano, seus jogadores querem fazer bonito para dedicarem a campanha aos 72 mortos da tragédia de Port Said, que culminou com a paralisação do Campeonato Egípcio. Assim, o Al Ahly passou as últimas semanas se dedicando apenas à preparação para o Mundial.

O time conta com jogadores experientes. Os destaques são o zagueiro Wael Gomaa, o meia Mohamed Barakat e o atacante Mohamed Aboutrika. O técnico é Hossam Al Badri, que conseguiu motivar os jogadores apesar dos problemas internos no futebol do país. “Vamos jogar não apenas pelo nosso time, mas para dar uma grande alegria ao futebol do Egito, que merece terminar o ano de maneira positiva”, disse Aboutrika.

AFP
Campeão japonês, o Sanfrecce Hiroshima mantém aposta em jogadores formados em suas categorias de base
Sanfrecce Hiroshima – Um azarão conquistou o Campeonato Japonês e o direito de representar o país no Mundial. O Sanfrecce Hiroshima foi um dos 12 fundadores da J-League, em 1992, mas nunca conseguiu ser um time de ponta, mesmo sendo bancado pela montadora Mazda. Em 1994, chegou a ser vice-campeão nacional, mas depois disso mergulhou em uma crise, fazendo figuração e chegando a passar alguns anos na Segunda Divisão.

Após voltar à elite japonesa, seus líderes decidiram investir em atletas revelados nas categorias de base. O time que conquistou o título neste ano foi formado em 2010. “Até o técnico é revelado nas categorias de base e tem que torcer pelo clube”, brincou Hajime Moriyasu, atual treinador, considerado um apaixonado pela equipe que defendeu como volante – fez parte da seleção japonesa e atuou ao lado de César Sampaio, atualmente gerente de futebol do Palmeiras.

Os destaques da equipe são os irmãos gêmeros Koji Morisaki e Kazuyuki Morisaki, que lideram o meio-de-campo, e o atacante Hisato Sato, artilheiro do time.

AFP
O Ulsan Hyundai, mesmo com só dois títulos sul-coreanos, foi campeão asiático e tem dois brasileiros no elenco
Ulsan Hyundai – Considerado um time emergente na Coréia do Sul, o Ulsan Hyundai foi fundado em 1983 e só tem dois títulos nacionais em seu currículo. Porém, a conquista da Liga dos Campeões da Ásia o credenciou ao Mundial de Clubes da Fifa. O técnico Kim Hogon conseguiu montar um time que encantou o continente, com um futebol ofensivo, independentemente de jogar em casa ou fora.

A equipe tem como principal atração a dupla de ataque, composta por Lee Keunho e pelo grandalhão Kim Shinwook. O zagueiro Kwak Taehwi, capitão, é uma espécie de xerife, enquanto que o goleiro Kim Youngkwang é o porto seguro quando a coisa não vai muito bem na frente. “Equilíbrio é a nossa palavra de ordem e por isso que as coisas estão dando tão certo”, disse Kim Hogon.

O time conta com dois brasileiros. O meia-atacante Rafinha, ex-Paulista de Jundiaí (SP) e Juventus-SP, transforma a dupla de frente em trio. Na reserva, está Maranhão, outro atacante vindo do interior paulista, onde rodou por Marília, Monte Azul, Comercial e Sertãozinho.

Divulgação/Fifa
O Auckland City, da Nova Zelândia, disputa o Mundial de Clubes pela quarta vez, mas nunca foi além do quinto lugar
Auckland City – Apesar de ter sido fundado em 2004, o Auckland City, da Nova Zelândia, pode ser considerado um veterano no Mundial de Clubes. Participou de três edições, em 2006, em 2009, quando teve sua melhor passagem com um quinto lugar, e no ano passado, quando caiu na primeira partida.

Mesmo assim, tem poucas chances de sucesso As constantes presenças no torneio se devem ao fato de os times australianos disputarem os torneios asiáticos e não a Liga dos Campeões da Oceania, que o Auckland ganhou neste ano batendo na final o Tefana, do Taiti.

A base que disputou a edição passada foi mantida pelo técnico espanhol Ramón Tribulietx, que aposta na segurança do zagueiro e capitão Ivan Vicelich, na habilidade do meia Albert Riera e no oportunismo do atacante Manel Exposito. “Temos entrosamento e obediência tática. Podemos surpreender se jogarmos conscientes de nossas limitações” disse Ramón Tribulietx.

AFP
O chileno Suazo é a principal esperança do Monterrey para se reabilitar da precoce eliminação no Mundial de 2011
Monterrey – Após perder o primeiro jogo na edição passada, o Monterrey deixou o Mundial de Clubes de 2011 deprimido, pois esperava, no mínimo, chegar ao terceiro lugar. Teve que se contentar com a quinta posição, mas conquistou novamente a Liga dos Campeões da Concacaf e pretende fazer história no Japão desta vez. “Aprendemos muito no ano passado e agora sabemos o que precisamos fazer para a história ser muito diferente” afirmou o técnico Victor Manuel Vucetich.

O elenco conta como principal atração o artilheiro chileno Humberto Suazo. Ele forma dupla com o argentino César Delgado. O meia Aldo de Nigris comanda o meio-campo. Outros destaques são o lateral Walter Ayoví e o goleiro Jonathan Orozco.

Fernando Dantas/Gazeta Press
O Corinthians de Ralf pensa no Mundial no Japão desde a conquista inédita da Libertadores, há cinco meses
Corinthians – O representante brasileiro tentará devolver o caneco para a América do Sul depois de cinco anos de domínio europeu. Para isso, o Timão aposta em um time muito equilibrado organizado pelo técnico Tite.

A equipe foi campeã brasileira em 2011 e ganhou, de maneira invicta, a Libertadores deste ano. Porém, o treinador sabe que o momento vivido agora é único. “É hora de olhar para trás e construir confiança. Você tira lições das vitórias e das derrotas”, ensinou o treinador.

O time é de bom nível. O goleiro Cássio, o lateral esquerdo Fábio Santos e o volante Paulinho foram convocados recentemente para a Seleção Brasileira. A eles se juntam peças importantes como o volante Ralf, outro lembrado enquanto Mano Menezes esteve na CBF, os meias Douglas e Danilo e o atacante Emerson. “Somos uma equipe equilibrada e que sabe o que deseja”, disse Ralf.

Além de valorizar suas virtudes, os jogadores demonstram preocupação com os adversários. “Sabemos muito pouco. O professor Tite está procurando passar um pen drive e aos poucos vamos tomando ciência do que vem pela frente”, contou o volante. O time considerado base por Tite tem: Cássio; Alessandro, Chicão, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo e Douglas; Emerson e Guerrero.

Confira os campeões da Copa Intercontinental de Clubes:

Acervo/Gazeta Press
Esta formação do Santos de Pelé venceu o Benfica para conquistar a Copa Intercontinental em 1962, no Maracanã
1960: Real Madrid (Espanha), com 0 a 0 e 5 a 1 diante do Peñarol (Uruguai)
1961: Peñarol (Uruguai), com 0 a 1, 5 a 0 e 2 a 1 diante do Benfica (Portugal)
1962: Santos, com 3 a 2 e 5 a 2 diante do Benfica (Portugal)
1963: Santos, com 2 a 4, 4 a 2 e 1 a 0 diante do Milan (Itália)
1964: Internazionale (Itália), com 0 a 1, 2 a 0 e 1 a 0 (na prorrogação) diante do Independiente (Argentina)
1965: Internazionale (Itália), com 3 a 0 e 0 a 0 diante do Independiente (Argentina)
1966: Peñarol (Uruguai), com 2 a 0 e 2 a 0 diante do Real Madrid (Espanha)
1967: Racing (Argentina), com 0 a 1, 2 a 1; 1 a 0 diante do Celtic Glasgow (Escócia)
1968: Estudiantes (Argentina), com 1 a 0 e 1 a 1 diante do Manchester United (Inglaterra)
1969: Milan (Itália), com 3 a 0 e 1 a 2 diante do Estudiantes (Argentina)
1970: Feyenoord (Holanda), com 2 a 2 e 1 a 0 diante do Estudiantes (Argentina)
1971: Nacional (Uruguai), com 1 a 1 e 2 a 1 diante do Panathinaikos (Grécia)
1972: Ajax (Holanda), com 1 a 1 e 3 a 0 diante do Independiente (Argentina)
1973: Independiente (Argentina), com 1 a 0 diante da Juventus (Itália)
1974: Atlético de Madri (Espanha), com 0 a 1 e 2 a 0 diante do Independiente (Argentina)
1975: Não foi disputada
1976: Bayern de Munique (Alemanha), com 2 a 0 e 0 a 0 diante do Cruzeiro
1977: Boca Juniors (Argentina), com 2 a 2 e 3 a 0 diante do Borussia Moenchengladbach (Alemanha)
1978: Não foi disputada
1979: Olímpia (Paraguai), com 1 a 0 e 2 a 0 diante do Malmöe (Suécia)
1980: Nacional (Uruguai), com 1 a 0 diante do Nottingham Forest (Inglaterra)*
1981: Flamengo, com 3 a 0 diante do Liverpool (Inglaterra)*
1982: Peñarol (Uruguai), com 2 a 0 diante do Aston Villa (Inglaterra)*
1983: Grêmio, com 2 a 1 (na prorrogação) diante do Hamburgo (Alemanha)*
1984: Independiente (Argentina), com 1 a 0 diante do Liverpool (Inglaterra)*
1985: Juventus (Itália), com 2 a 2 (4 a 2 nos pênaltis) diante do Argentinos Juniors (Argentina)*
1986: River Plate (Argentina), com 1 a 0 diante do Steaua Bucareste (Romênia)*
1987: Porto (Portugal), com 2 a 1 (na prorrogação) diante do Peñarol (Uruguai)*
1988: Nacional (Uruguai), com 2 a 2 (7 a 6 nos pênaltis) diante do PSV Eindhoven (Holanda)*
1989: Milan (Itália), com 1 a 0 diante do Atlético Nacional (Colômbia)*
1990: Milan (Itália), com 3 a 0 diante do Olímpia (Paraguai)*
1991: Estrela Vermelha (Iugoslávia), com 3 a 0 diante do Colo Colo (Chile)*
1992: São Paulo, com 2 a 1 diante do Barcelona (Espanha)*
1993: São Paulo, com 3 a 2 diante do Milan (Itália)*
1994: Vélez Sarsfield (Argentina), com 2 a 0 diante do Milan (Itália)*
1995: Ajax (Holanda), com 0 a 0 (4 a 3 nos pênaltis) diante do Grêmio*
1996: Juventus (Itália), com 1 a 0 diante do River Plate (Argentina)*
1997: Borussia Dortmund (Alemanha), com 2 a 0 diante do Cruzeiro*
1998: Real Madrid (Espanha), com 2 a 1 diante do Vasco*
1999: Manchester United (Inglaterra), com 1 a 0 diante do Palmeiras*
2000: Boca Juniors (Argentina), com 2 a 1 diante do Real Madrid (Espanha)*
2001: Bayern de Munique (Alemanha), com 1 a 0 diante do Boca Juniors (Argentina)*
2002: Real Madrid (Espanha), com 2 a 0 diante do Olímpia (Paraguai)*
2003: Boca Juniors (Argentina), com 1 a 1 (3 a 1 nos pênaltis) diante do Milan (Itália)*
2004: Porto (Portugal), com 0 a 0 (8 a 7 nos pênaltis) diante do Once Caldas (Colômbia)*
* Jogo único disputado no Japão

Confira os campeões do Mundial de Clubes da Fifa:

AFP
O Inter foi o último sul-americano a conquistar o Mundial de Clubes, batendo o Barcelona em 2006, em Yokohama
2000: Corinthians, com 0 a 0 (4 a 3 nos pênaltis) diante do Vasco na final
2005: São Paulo, com 1 a 0 diante do Liverpool (Inglaterra) na final
2006: Inter, com 1 a 0 diante do Barcelona (Espanha) na final
2007: Milan (Itália), com 4 a 2 diante do Boca Juniors (Argentina) na final
2008: Manchester United (Inglaterra), com 1 a 0 diante da LDU (Equador) na final
2009: Barcelona (Espanha), com 2 a 1 diante do Estudiantes (Argentina) na final
2010: Internazionale (Itália), com 2 a 0 diante do Mazembe (Congo) na final
2011: Barcelona (Espanha), com 4 a 0 diante do Santos na final

Títulos por continente (somando Copa Intercontinental e Mundial de Clubes):

Djalma Vassão/Gazeta Press
Ao derrotar o Santos, em 2011, o Barcelona de Messi transformou a Europa no continente com mais títulos mundiais
Europa: 26
América do Sul: 25

Títulos por país (somando Copa Intercontinental e Mundial de Clubes):

AFP
O São Paulo, com três títulos somando a Copa Intercontinental e o Mundial, é a equipe brasileira mais vitoriosa
Brasil: 9
Argentina: 9
Itália: 9
Uruguai: 6
Espanha: 6
Holanda: 3
Alemanha: 3
Portugal: 2
Inglaterra: 2
Iugoslávia: 1
Paraguai: 1

Títulos por equipes (somando Copa Intercontinental e Mundial de Clubes):

AFP
Com quatro conquistas somando a Copa Intercontinental e o Mundial de Clubes, o Milan é o time mais vencedor
Milan (Itália): 4
São Paulo: 3
Boca Juniors: 3
Real Madrid (Espanha): 3
Peñarol (Uruguai): 3
Nacional (Uruguai): 3
Internazionale de Milão (Itália): 3
Santos: 2
Independiente (Argentina): 2
Juventus (Itália): 2
Ajax (Holanda): 2
Bayern de Munique (Alemanha): 2
Porto (Portugal): 2
Manchester United (Inglaterra): 2
Barcelona (Espanha): 2
Corinthians: 1
Grêmio: 1
Flamengo: 1
Inter: 1
River Plate (Argentina): 1
Racing (Argentina): 1
Vélez Sarsfield (Argentina): 1
Estudiantes (Argentina): 1
Atlético de Madri (Espanha): 1
Olímpia (Paraguai): 1
Feyenoord (Holanda): 1
Borussia Dortmund (Alemanha): 1
Estrela Vermelha (Iugoslávia): 1

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