Futebol/Copa Sul-americana - ( - Atualizado )

Argentinos enfrentam seguranças do São Paulo para aquecer em campo

Tossiro Neto e Gabriel Carneiro São Paulo (SP)

Minutos depois de terem o vidro do ônibus quebrado pela torcida são-paulina na chegada ao Morumbi e de subirem de tênis ao gramado, os jogadores do Tigre voltaram do vestiário para tentar aquecer. Como desta vez estavam de chuteiras, no entanto, foram inicialmente barrados pelos seguranças do São Paulo.

Além de bater boca, os funcionários do clube brasileiro se colocaram à frente dos argentinos, no final da escadaria do vestiário. Em seguida, foi a vez de o gerente de futebol, José Carlos dos Santos, tentar convencê-los a não entrar – algumas partes do campo estão castigadas em razão de dois shows da cantora norte-americana Madonna na semana passada.

Irritados já por não terem sido liberados a fazer o reconhecimento na terça-feira, os jogadores do Tigre não acataram o pedido do dirigente são-paulino nem se assustaram com a imposição dos seguranças, desafiando-os e pulando as placas de publicidade. Não mais contidos, fizeram o trabalho de aquecimento em meio-campo.

A diretoria do Tigre, em nome do presidente Rodrigo Molinos, tem reclamado publicamente do tratamento ruim do São Paulo. Alega que, no jogo de ida, foi cordial ao ceder carga justa de ingressos e permitir que o time brasileiro treinasse em La Bombonera na véspera da partida.

Pelo empate de 0 a 0 na primeira final, sairá campeão da Sul-americana quem vencer o duelo desta quarta-feira, marcado para 21h50 (de Brasília). Em caso de empate, a partida irá para a prorrogação. Se persistir a igualdade no tempo extra, o título será decidido nos pênaltis.

Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade