Futebol/Mercado - ( - Atualizado )

Em papo com Riquelme, Bianchi e dirigente "encaminham" volta ao Boca

Buenos Aires (Argentina)

Se representantes do Palmeiras se encontraram com Juan Román Riquelme sem falar em dinheiro, segundo seu irmão Cristian, Daniel Angelici e Carlos Bianchi, respectivamente presidente e técnico do Boca Juniors, encaminharam o acordo com o meia. A proximidade do acordo se estabeleceu em reunião na noite desta quarta-feira, na casa de Bianchi.

'Fama' de caro ao Verdão irritou meia

A conversa durou cerca de uma hora e meia. Amigo do jogador, Bianchi, que acaba de abandonar sua aposentadoria para iniciar uma terceira passagem no comando do Boca, abriu as portas de sua casa no bairro de Palermo, em Buenos Aires. E as impressões deixadas parecem ter sido boas.

“Está encaminhado. Ocorrerão outras reuniões, mas sempre fui otimista”, declarou Angelici, em rápida entrevista ao deixar a casa do treinador. O presidente foi o primeiro a deixar a reunião, deixando a conversa terminar somente entre Riquelme e Bianchi.

Mais tarde, o meia apareceu e deu ainda menos detalhes. “Tomei um mate com o Bianchi”, limitou-se a dizer o armador, antes de se virar e dizer “Tchau, felicidades” ao técnico, de quem só puderam ser vistos a bermuda e os sapatos enquanto fechava e abria o portão de sua casa.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Primeira impressão da reunião de Riquelme na casa de Bianchi nesta quarta-feira o afasta do Palmeiras
Riquelme tem seu contrato suspenso com o Boca desde 4 de julho, quando perdeu a final da Libertadores para o Corinthians e optou por se afastar. O meia não precisa mais da liberação do clube argentino para atuar em outra equipe em 2013 e, por isso, foi procurado pelo Verdão – o vice-presidente Roberto Frizzo e o gerente de futebol César Sampaio estiveram em Buenos Aires com representantes do meia, mas, segundo o irmão do atleta disse à GE.net, não falaram de valores.

A reunião desta quarta-feira pode ter definido uma importante reaproximação de Angelici e Riquelme. O meia já tinha se irritado com o dirigente por não ter assinado sua liberação para o Cruzeiro em julho e, no início deste mês, reclamou publicamente por ter sido impedido de exibir na Bombonera a taça que recebeu em homenagem do Troféu Mesa Redonda, da TV Gazeta.

Com a volta de Bianchi, porém, o retorno de Riquelme ao clube se tornou mais fácil, apesar de o meia ter faltado ao casamento da filha do técnico na última sexta-feira. Com o Virrey, como Bianchi é chamado na Argentina, o camisa 10 virou ídolo e até estátua na Bombonera conquistando a Copa Intercontinental de Clubes em 2000 e as Libertadores de 2000 e 2001 – o armador ainda ganhou a Libertadores de 2007 pelo Boca.

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