Emerson nem era Sheik quando começou a fazer sucesso no Japão. O atacante passou seis anos no país mostrando aquilo que o Brasil só conheceria mais tarde: seu poder de decisão e seu pé-quente.
De volta ao oriente para a disputa do Mundial, ele acrescentou neste domingo mais um título à sua lista. Faz tempo que o fluminense de Nova Iguaçu não passa um ano sem conquistar nada importante.
Campeão brasileiro por times diferentes em 2009, 2010 e 2011, o Sheik marcou mesmo ao decidir a Copa Libertadores neste ano. Até dentada em zagueiro do Boca Juniors deu o jogador, autor dos gols do título do Corinthians.
Emerson recompensou o esforço com esforço. Jogou o Mundial claramente sem ritmo por conta de uma recente lesão no joelho e teve uma responsabilidade defensiva muito maior do que gostaria.
Na decisão contra o Chelsea, não conseguiu balançar a rede, mas correu demais. Fugindo de suas características, chegou a fazer desarmes na meia-lua do Timão e ergueu mais um troféu.
