Futebol/Copa Sul-americana - ( - Atualizado )

Tigre fala em “vergonha”, mas Juvenal rebate: “Iam tomar goleada”

Gabriel Carneiro e Tossiro Neto São Paulo (SP)

O abandono do Tigre no intervalo da partida contra o São Paulo, nesta quarta-feira, no estádio do Morumbi, irritou Juvenal Juvêncio, presidente do clube brasileiro, que explicou o fato dizendo que os argentinos seriam goleados se entrassem em campo na etapa complementar. Já para Sérgio Mazza, homem forte do futebol do time vice-campeão da Copa Sul-americana, é uma “vergonha” a suposta agressão de seguranças do clube.

Oficialmente, o Tigre alega que alguns seguranças do São Paulo teriam agredido seus atletas no vestiário, durante a saída para o intervalo da partida. “Os jogadores contaram que não quiseram entrar em campo porque foram ameaçados com armas de fogo no peito. Eles tomaram a decisão e vamos respeitar. No Brasil não deixaram os jornalistas argentinos trabalharem também. O São Paulo é um clube muito grande, mas o que fez foi vergonhoso. O Tigre veio para jogar futebol, não para guerrear”, justifica o dirigente do Tigre.

Nicolas Leoz, presidente da Conmebol, não quis se pronunciar oficialmente, mas teria sido o responsável por decretar o encerramento da partida e a suspensão do segundo tempo. O técnico do Tigre, Néstor Gorosito, atendeu à imprensa, mas garantiu que só falaria com a cabeça fria. Nas próximas horas, o clube argentino irá a uma delegacia na Zona Sul de São Paulo prestar queixa contra os funcionários do Tricolor. Já o clube brasileiro também registrará boletim de ocorrência por conta da depredação do vestiário de visitante.

“Você queria o quê? Isso que é bom, vamos comemorar dobrado. Está tudo em ordem. O Tigre já estava com a língua de fora, iria tomar goleada, aí resolveram ir embora. Perguntem para o Leoz o que ele achou, viu o jogo comigo. Não teve nada de arma, eles catimbaram lá na Argentina, bateram muitos nos nossos jogadores, invadiram o campo. Eles queriam provocação, porque na bola não podem com a gente, somos mais fortes que eles”, ironizou Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo.

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