O Corinthians atual não tem um craque como Luizinho ou Marcelinho Carioca, mas está certamente entre os times mais marcantes da história do clube. Um olhar para trás acusa poucas formações tão importantes.
A sonhada conquista da Copa Libertadores já colocaria a equipe de Tite em posição de grande destaque. Some-se ao título da América do Sul o Campeonato Brasileiro da temporada passada e a festa deste domingo em terras japonesas, o resultado será uma sequência inesquecível de triunfos.

Em um campeonato que tivesse o Corinthians operário de Neco, o Timão do incomparável Paulista de 1977, o Alvinegro da Democracia e a equipe guerreira de Neto, caberia tranquilamente o campeão mundial de 2012. E não seria fácil batê-lo.
Só não sairia faísca do duelo entre Emerson e Idário porque este certamente está certamente grato ao Sheik e a seus companheiros. Onde estiver, o jogador que amou o Corinthians como poucos sorri: o mundo é preto e branco.
