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Campeões com Felipão em 2002, ex-pupilos valorizam experiência

Bruno Ceccon e Luiz Ricardo Fini São Paulo (SP)

Pupilos do técnico Luiz Felipe Scolari na conquista do pentacampeonato mundial em 2002, Roque Júnior e Gilberto Silva valorizaram a experiência do treinador, ainda que tenham demonstrado surpresa pela recente demissão de Mano Menezes na Seleção.

“O Brasil estava começando a jogar bem e eu não esperava essa troca, mas aconteceu e desejo sorte ao Felipão”, declarou o ex-zagueiro Roque Júnior, que fez sucesso sob o comando do treinador tanto no Palmeiras quanto na Seleção, ao participar da gravação da 9ª edição do Troféu Mesa Redonda.

“É um treinador experiente. Foi campeão na Seleção Brasileira e também trabalhou em Portugal. Ele não terá muito tempo de preparação até a Copa do Mundo, mas acho que é uma boa opção e espero que consiga conquistar mais um título”, declarou o ex-zagueiro.

Após participar da campanha que rendeu ao Grêmio uma vaga na pré-Libertadores, Gilberto Silva está perto de oficializar seu retorno ao Atlético-MG, clube que defendia na época em que recebeu a convocação de Felipão para disputar a Copa do Mundo de 2002.

“O Felipão tem uma experiência bem maior, mais rodagem. Numa Copa do Mundo, isso tem um peso muito grande e ele é um especialista nesse tipo de competição, com pressão. Ao mesmo tempo, é um paizão e também cobra de todo mundo”, disse o volante.

Marcelo Ferrelli/Gazeta Press
O ex-zagueiro Roque Júnior fez sucesso ao lado de Felipão tanto pelo Palmeiras quanto pela Seleção Brasileira
Ele ainda se referiu ao tetracampeão Carlos Alberto Parreira, atual coordenador técnico e seu comandante na disputa da edição de 2006 do Mundial. “O Parreira tem uma carreira internacional brilhante. São dois profissionais vencedores na Seleção e vão se juntar em prol da conquista da Copa”, afirmou.

Por outro lado, o meio-campista lamentou a demissão de Mano Menezes, que foi contratado por Ricardo Teixeira, sucedido por José Maria Marin no comando da CBF. Gilberto Silva ainda atribuiu a saída do treinador ao insucesso na Copa América e na missão de buscar o ouro olímpico.

“É uma pena o trabalho do Mano não ter prosseguido. É sempre ruim quando você troca o comando, mas infelizmente no Brasil temos uma cultura diferente e a cobrança por títulos é muito grande. Agora, só podemos torcer para que dê tudo certo”, afirmou o atleta.

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