Vôlei/Bastidores - ( - Atualizado )

Trio do vôlei revela jogatina para “relaxar” em concentrações

Lucas Besseler, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

Esporte com maior número de representantes no Desafio das Estrelas do Brazilian Series of Poker (BSOP), o vôlei tem ligação importante com o com esporte que reuniu mais de 1,5 mil praticantes para a última etapa do torneio nacional, na noite desta quarta. Segundo Murilo, Rodrigão e o técnico Giovane, a prática do pôquer como hobbie é comum em concentrações da Seleção Brasileira e de seus clubes.

“Eu jogo pôquer há uns dois anos. Por hobbie, para passar o tempo e relaxar na concentração, principalmente com a Seleção em Saquarema e nas viagens. O Rodrigão tem uma caixa de fichas legal”, brinca Murilo.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Rodrigão (ao centro) foi o responsável por introduzir o pôquer nas concentrações da Seleção Brasileira de vôlei
Denunciado pelo companheiro, Rodrigão confessou ser o pioneiro nas rodas de pôquer nas concentrações da Seleção Brasileira no Centro de Treinamento de Saquarema, no Rio de Janeiro.

“Pode ser, acho que fui eu que comecei. Levei as fichas, conversei com o Murilo e convencemos os outros a jogarem. Éramos em um grupo grande, com Bruno, Lucas, Théo e Dante”, revela Rodrigão, que recentemente trocou as quadras pela areia do vôlei de praia.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Murilo concorda com a decisão do treinador Giovane em permitir jogos apenas após partidas do SESI-SP
Treinador de Murilo no SESI-SP, Giovanni não chegou a jogar pôquer nas concentrações da Seleção. Mesmo assim, o ex-jogador participa de jogos com os atletas do time paulistano.

“Na concentração a gente costuma jogar depois das partidas, antes a gente tem que estar focado. Mas depois, como normalmente nós temos que dormir em outras cidades, ficar tranquilo e relaxar juntos, eu não acho ruim e até jogo”, afirma Giovane.

A decisão do treinador de permitir partidas apenas após as partidas do SESI-SP é apoiada por Murilo. “O fato de jogarmos depois das partidas é porque sempre viramos a madrugada. O Giovane entende bem os jogadores. Como ele participa, é algo muito saudável e não precisamos fazer nada escondido”, exalta.

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