Futebol/Amistoso - ( - Atualizado )

Adeus de Marcos tem bandeiras, samba e vaias a patrocinador do Timão

Edoardo Ghirotto* e William Correia São Paulo (SP)

A organização do adeus de Marcos preparou uma série de atos para o ídolo palmeirense antes de rolar a bola entre o Verdão campeão da Libertadores de 1999 e a Seleção Brasileira vencedora na Copa do Mundo de 2002. Enquanto aconteceram as homenagens, a torcida celebrou e tirou fotos. O único problema ocorreu quando foi exposta a marca do principal patrocinador do Corinthians.

A Caixa Econômica Federal, única marca que será exposta na camisa do arquirrival durante o Mundial de Clubes, também é patrocinadora particular de Marcos. Por isso, sua marca foi colocada cobrindo todo o círculo central do Pacaembu na noite desta terça-feira. O estádio, praticamente lotado cerca de meia hora antes do jogo, vaiou intensamente. Alguns torcedores até portavam bandeiras do Chelsea.

Foi o único momento em que a torcida não fez festa junto com os organizadores. Todo o resto levantou os torcedores para dançar, gritar, aplaudir ou erguer seu celular para registrar os momentos. Uma hora antes da partida, a escola de samba da Mancha Alviverde, também torcida organizada do clube, apareceu.

Os sambistas deram a volta olímpica no estádio, primeiramente entoando uma música especial para o astro da noite, lembrando Libertadores e com o refrão: “É o melhor goleiro do Brasil”. Na sequência, sob o som da bateria, foram entoados cânticos característicos da torcida organizada.

Fernando Dantas/Gazeta Press
A escola de samba Mancha Alviverde fez a festa antes de o jogo começar e embalou a torcida nas arquibancadas
Enquanto o samba rolava, um mosaico era formado nas arquibancadas amarelas, com placas verdes simbolizando o característico gesto de Marcos erguendo as mãos para o alto, e outros brancos fazendo o número 12 na camisa.

No gramado, antes de a marca da Caixa aparecer, foi exposta no gramado uma bandeira com o rosto de Marcos ao lado do símbolo, os dizeres “Simplesmente o melhor!!!” e “Defesa que ninguém passa”. Dezenas de crianças foram incumbidas de balançar a bandeira.

Tudo era exibido pelo telão acima do tobogã no Pacaembu. Marcos estava dentro dos vestiários, cumprimentando os amigos convidados para participar da partida. Sua esposa chegou ao Pacaembu falando que o marido resolveu adotar o silêncio devido à tensão para tantas homenagens no jogo.

*Especial para a GE.net

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