Em janeiro de 2003, seis meses após ter sido campeão da Copa do Mundo como titular da Seleção Brasileira, Marcos recusou uma proposta milionária do Arsenal, da Inglaterra, e ficou no Palmeiras para disputar a Série B do Brasileiro. Esta história foi um dos argumentos de um dos maiores ídolos do clube para convencer Barcos a continuar no time em 2013.
“Depende do que ele quer para a carreira. É uma oportunidade de virar ídolo do torcedor, e isso, quando você para, é muito importante. Você cria uma raiz”, contou o ex-goleiro, que defendeu como profissional apenas o Verdão e a Seleção Brasileira até anunciar sua aposentadoria no início deste ano.
“Vim para bater um papo e mostrar que ele não tem nada a perder. Ele acredita que terá dificuldade por jogar a Série B, mas tem muitas competições além da Série B para ser analisado”, argumentou Marcos, lembrando da disputa da Libertadores, da Copa do Brasil e do Paulista na próxima temporada.
Caso mantenha sua decisão, o centroavante, autor de 28 gols neste ano, será ainda mais visto na televisão no ano que vem caso jogue no Verdão. É o que garante Marcos. “Em visibilidade, ele não tem nada a perder. Passarão até mais jogos do que se o Palmeiras estivesse na Série A. E não tem problemas de patrocínio. E de salário também”, argumentou, ressaltando que o amor da torcida aumentará pelo argentino. “Um dos anos em que o Palmeiras mais teve renda foi 2003. O torcedor fica bem junto do time na Série B”, apontou.
