Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Lucas cita ‘zona de conforto’ no Brasil, mas evita conselho a Neymar

Gabriel Carneiro, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

A dois jogos de deixar de ser jogador do São Paulo e se tornar reforço do Paris Saint-Germain para a sequência da temporada 2012-2013, o meia-atacante Lucas garante que sai do Brasil para deixar de lado sua ‘zona de conforto’. Ao ser questionado sobre a necessidade do amigo Neymar em também sair do País para amadurecer profissionalmente, o são-paulino prefere não opinar.

“Não posso aconselhar porque ainda não fui, não sei como vai ser. Isso vai de cada um, porque também dá para amadurecer muito no Brasil”, conta Lucas, que vê Neymar preparado para se destacar também fora do Brasil: “Ele está pronto para jogar Copa do Mundo, para jogar fora também. Eu quero ir para saber como é, para jogar os melhores campeonatos, estar ao lado dos melhores jogadores e crescer como pessoa. Morar fora não é fácil, quero saber como é”.

O discurso de Lucas a respeito da necessidade de sair do País por parte de Neymar, que nesta segunda-feira foi considerado unanimidade em uma premiação esportiva, é o elo entre duas linhas de pensamento. A primeira, manifestada pelo novo técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, dá conta que não existem motivos para o atleta deixar o futebol nacional. Já a outra, que encontra em Carlos Alberto Parreira, Ronaldo, Joseph Blatter e Cafu seus principais representantes, é de que Neymar precisa sair do Brasil para se destacar e evoluir.

Antes de começar a viver sua experiência internacional, no entanto, Lucas ainda tem as finais da Copa Sul-americana para disputar. O meia-atacante e seus companheiros embarcam para a Argentina nesta terça-feira e encaram o Tigre no dia seguinte, em partida válida pela ida da decisão continental. “Quero aproveitar o tempinho que resta e depois pensar lá na França. Foi difícil tomar essa decisão, mas tenho que buscar meus objetivos e sair da zona de conforto. Tenho o mundo para conquistar”, resume o camisa 7.

“Ansiedade está grande para minha primeira final como profissional. Desde que subi persigo um título, então vão ser os dois jogos da minha vida. Devo isso para o São Paulo. Dinheiro nenhum paga um título”, relata o jogador, mais um dos tricolores que comemorou a classificação do Tigre e não do Millonarios-COL para as finais: “Temos que fazer por merecer dentro de campo, correr bastante pra conquistar esse título”.

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