Futebol/Copa Sul-americana - ( )

Major defende PM de acusações de violência nos vestiários do Morumbi

São Paulo (SP)

Oficial designado para comandar a segurança no Estádio do Morumbi na final da Copa Sul-americana, o major Gonzaga se defendeu das acusações após o encerramento da partida com vitória por 2 a 0 do São Paulo.

“Nós fomos chamados para separar uma briga generalizada entre comissão e jogadores do Tigre e seguranças do São Paulo. A polícia só separou a briga, não teve ninguém armado em toda a confusão”, declarou o policial.

Jogadores do Tigre afirmaram que, após se envolverem em confusão com seguranças do São Paulo no vestiário, foram ameaçados com armas de fogo pelos policias, usando marcas de sangue como evidências da violência sofrida no local.

Além de garantir que nenhuma arma foi apontada nos vestiários, Gonzaga disse que as manchas de sangue eram decorrentes do confronto entre jogadores e seguranças. “Tiveram machucados tanto entre jogadores e membros da comissão técnica do Tigre quanto entre seguranças do São Paulo”, explicou.

O policial também tentou falar a respeito da quantidade de envolvidos na briga, mas não soube definir quantos seguranças do Tricolor Paulista participaram do ocorrido. “A comissão técnica e todo o time do Tigre participaram da briga. É mais difícil precisar a quantidade de seguranças do São Paulo envolvidos, talvez algo em torno de dez”, finalizou.

Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade