Esporte com maior número de representantes no Desafio das Estrelas do Brazilian Series of Poker (BSOP), o vôlei tem ligação importante com o com esporte que reuniu mais de 1,5 mil praticantes para a última etapa do torneio nacional, na noite desta quarta. Segundo Murilo, Rodrigão e o técnico Giovane, a prática do pôquer como hobbie é comum em concentrações da Seleção Brasileira e de seus clubes.
“Eu jogo pôquer há uns dois anos. Por hobbie, para passar o tempo e relaxar na concentração, principalmente com a Seleção em Saquarema e nas viagens. O Rodrigão tem uma caixa de fichas legal”, brinca Murilo.
“Pode ser, acho que fui eu que comecei. Levei as fichas, conversei com o Murilo e convencemos os outros a jogarem. Éramos em um grupo grande, com Bruno, Lucas, Théo e Dante”, revela Rodrigão, que recentemente trocou as quadras pela areia do vôlei de praia.

“Na concentração a gente costuma jogar depois das partidas, antes a gente tem que estar focado. Mas depois, como normalmente nós temos que dormir em outras cidades, ficar tranquilo e relaxar juntos, eu não acho ruim e até jogo”, afirma Giovane.
A decisão do treinador de permitir partidas apenas após as partidas do SESI-SP é apoiada por Murilo. “O fato de jogarmos depois das partidas é porque sempre viramos a madrugada. O Giovane entende bem os jogadores. Como ele participa, é algo muito saudável e não precisamos fazer nada escondido”, exalta.
