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"Ex-Chorão", Rafael quer provar valor na Lusa para disputar Série A

Eduardo Mendoza, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

Quando criança, Rafael Batista era chamado de “Chorão” na cidade de Americana (SP). “Fala chorando”, diziam seus colegas. O tempo passou, ele se profissionalizou como jogador de futebol e rodou por diversos times menores do estado de São Paulo, sempre com o apelido nas costas. Agora, podendo participar da Série A do Campeonato Brasileiro pela Portuguesa, o meia inicia nova fase em sua vida, a primeira sem o apelido.

Apresentado nesta quinta-feira, o meio-campista de 24 anos teve bom rendimento apesar do rebaixamento do Grêmio-SP na Série B do Campeonato Brasileiro e atraiu o interesse da Lusa para a disputa da Série A2 do Campeonato Paulista, mas garantiu apenas um contrato de seis meses com o clube que vetou seu velho apelido.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Rafael quer convencer diretoria a ampliar seu contrato
Por isso, o objetivo do jogador, que se descreveu como um meia-atacante que gosta de servir os atacantes e chutar de fora da área para também deixar seus gols, já está definido: brilhar na segunda divisão paulista para ter o contrato ampliado e poder atuar na Série A do Campeonato Brasileiro com a equipe rubro-verde.

"Espero poder jogar bem e marcar gols para impressionar a diretoria e o professor para que eles continuem comigo no Brasileirão, que é o meu objetivo”, afirmou o atleta, autor de três gols na Série B de 2012.

Caso seja bem sucedido, porém, o jogador terá que atentar à mudança no estilo de jogo: o próprio Rafael admite que as características das partidas mudam entre Série A2 paulista e Série A brasileira.

“Acho que muda bastante, a Série A2 é mais parecida com a Série B, onde joguei ano passado. É um jogo mais truncado, pegado, mas acho que o nosso time vai se dar bem”, analisou o jogador de passagens por Rio Branco, Mirassol, Catanduvense, Barretos, Monte Azul e Americana.

Outro fator que terá que ser levado em consideração é a pressão por parte dos torcedores. “Aqui a cobrança realmente será maior. O Barueri infelizmente não tem torcida, mas a da Portuguesa é grande e espero jogar bem para agradar a todos os torcedores”, comentou.

 

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