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Riquelme não aparece em reunião com Boca e Verdão mantém esperança

Buenos Aires (Argentina)

A expectativa da torcida do Boca Juniors pela permanência de Juan Román Riquelme em La Bombonera foi frustrada nesta sexta-feira. O jogador foi esperado na sede do clube por mais de cinco horas por membros da diretoria e não compareceu. Irritados, os dirigentes deixaram a Casa Amarilla sem falar com a imprensa, deixando o futuro do camisa 10 incerto para 2013.

O empresário Daniel Bolotnicoff havia marcado a reunião com o presidente Daniel Angelici ainda na quarta-feira. Para o encontro, a imprensa argentina esperava que Riquelme entrasse em acordo com a cúpula xeneize e desistisse de deixar o clube, principalmente pela chegada do técnico Carlos Bianchi.

Apesar de ter confirmado presença na reunião marcada para esta sexta, Riquelme não apareceu e fez com que Angelici ficasse no aguardo ao lado de toda a Comissão Diretiva do Boca durante cinco horas. Segundo o jornal Olé, os dirigentes deixaram a sede do clube sem nenhum pronunciamento à imprensa.

Depois de deixarem nas mãos do craque a decisão por permanecer em La Bombonera, a única esperança dos argentinos é que o meio campista resolva aparecer na reapresentação do elenco neste sábado. Caso seja ausência novamente, o jogador deixaria claro que não deseja ficar, reascendo as esperanças do Palmeiras em contar com seu futebol.

O irmão do meia, Cristian Riquelme, disse à Gazeta Esportiva.net, o vice-presidente Roberto Frizzo e o gerente de futebol César Sampaio se reuniram com representantes de Riquelme em Buenos Aires e não chegaram a falar em salários, apenas demonstrando interesse na contratação. Em declarações recentes, o presidente Arnaldo Tirone tachou o argentino de muito caro e chegou a dizer que não seria necessário contratá-lo por já ter o chileno Jorge Valdivia no elenco.

Enquanto isso, o técnico Gilson Kleina, que foi o primeiro a confirma uma oferta palmeirense pelo jogador, já afirmou que ‘El Mago’ ficaria como opção caso Riquelme fosse oficializado na Academia de Futebol. César Sampaio foi outro a elogiar o meia, apesar de manter os pés e o sigilo pela negociação.

“O Riquelme interessa a qualquer time do mundo. Vimos que o Boca só chegou à final da Libertadores por ter o Riquelme como cereja do bolo. Joguei contra ele, sabemos da importância que tem esse jogador. Agora, aproximação e interesse são particularidades nossas e do jogador”, justificou o gerente de futebol.

 

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