Futebol/Campeonato Paranaense - ( - Atualizado )

Paranaense 2013: luta pelo tetra e busca pela redenção

Do correspondente Luiz Felipe Fagundes Curitiba (PR)

Pelo terceiro ano consecutivo o Campeonato Paranaense manterá as mesmas regras e, como de praxe, com indefinições em relação a mandos de campo. Mais uma vez as principais dúvidas ficam por conta das partidas do Atlético Paranaense, que segue sem a Arena da Baixada. Para as partidas contra times do interior, o Eco Estádio Janguito Malucelli, que passou por melhorias, seguirá como a casa rubro-negra. Os clássicos, porém, passarão por uma reavaliação.

As equipes se enfrentarão em turno e returno, sendo que os campeões das duas fases garantem vaga na final da competição, sem vantagem. No caso de um mesmo time ser campeão no turno e returno, disputa de uma final está eliminada. O time do interior – além do J.Malucelli, da capital, e do Rio Branco, do litoral - com melhor classificação garante vaga na Série D, com exceção do Cianorte, que já está classificado. Os dois piores clubes são rebaixados para a Série Prata do Paranaense.

Divulgação/Coritiba
Coritiba conta com a base e o reforço de Alex para brilhar na temporada 2013.

A primeira rodada será disputada no dia 20 de janeiro, com apenas o Coritiba, entre os três grandes, jogando fora de casa diante do Operário, de Ponta Grossa. O Furacão recebe o Rio Branco, de Paranaguá, e o Paraná encara o Nacional, de Rolândia, na Vila Capanema.

Complementando, o Arapongas, atual campeão do Interior, pega o Cianorte, no estádio Albino Turbay. Londrina e Toledo, no Estádio do Café, e Paranavaí e J.Malucelli, no Waldomiro Wagner, fecham a rodada.

Briga pelo título – Atual campeão, o Coritiba parte em busca do tetracampeonato e é o time a ser batido por sua trajetória nas últimas três campanhas vitoriosas. O técnico Marquinhos Santos iniciará pela primeira vez uma competição no comando do Alviverde e terá no meia Alex sua principal estrela e voz dentro de campo. Para ajudar na tarefa, o atacante Deivid, que vestiu muito bem a camisa coxa-branca, o meia argentino Bottinelli e Rafinha, que garante estar motivado após uma campanha irregular no Brasileirão.

A arrancada na Série B do Campeonato Brasileiro, que levou o time de voltar à primeira divisão, a aposta na manutenção do grupo e a necessidade de bater o rival são os principais motivadores do Atlético Paranaense. Sem grandes investimentos, sem seu estádio e sem um grande destaque individual, a força do grupo será a arma para surpreender os adversários. Atual vice-campeão, o Furacão tropeçou em momentos decisivos em 2012 e deixou de garantir a conquista antecipada, lição que espera ter apreendido para esta temporada.

Divulgação/C. Atlético Paranaense
De volta à elite do Brasil, Atlético-PR quer brilhar no Estadual (Foto: Alexandre Senechal)

O entrosamento e busca pela redenção também é a aposta do Paraná Clube, que retorna à Série Ouro depois do calvário da segunda divisão. O técnico Toninho Cecílio terá nas mãos boa parte do grupo de 2012 e ainda alguns reforços, como os atacantes J.J. Morales e Reinaldo, o goleiro Marcos e o lateral Daniel Marques. A diretoria joga todas as fichas na conquista do Estadual, que poderia alavancar a equipe na Série B e, principalmente atrair torcedor para o estádio e investidores para o clube.

O interior também tem seus azarões que podem estragar a festa. O Cianorte, que segue na Série D do Brasileirão, promete mais uma vez ser um time perigoso, especialmente em casa. Time de tradição e títulos paranaenses, o Londrina é outro que espera voltar a ser protagonista e entrar novamente no calendário nacional. Grata surpresa das últimas edições, o Arapongas promete repetir e, se possível, melhorar seu desempenho. Já a eterna pedra no sapato dos grandes, mudou de nome. O Corinthians Paranaense voltou a ser J.Malucelli, mas espera seguir com a fama.

Rio Branco, Nacional, que retonou à Série Ouro junto com o Paraná, Paranavaí, que já foi campeão, mas há tempos não repete o mesmo desempenho, e Operário, de Ponta Grossa, precisarão de força jogando em casa par amostrarem que não serão meros coadjuvantes lutando contra o rebaixamento. Equipes tradicionais no Estado, agora precisam se reconstruir para manterem vivas suas histórias.

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