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Com novas metas no Timão, peruano deixa idolatria para depois

Marcos Guedes São Paulo (SP)

Após dez anos na Alemanha, Guerrero gostou de encontrar “muita gente com sorriso no rosto” em São Paulo. A simpatia cresceu após o desempenho do peruano no Japão, mas ele não está satisfeito com os gols decisivos no Mundial e jura estar motivado por novas conquistas.

“Foi um título importante na minha carreira, importante para o Corinthians e uma satisfação no Peru. Mas minha carreira não acabou, há coisas pendentes. Tenho de seguir lutando, ainda tenho muitos objetivos”, afirmou o centroavante de 29 anos, que saiu cedo de seu país e só agora vai disputar a Copa Libertadores pela primeira vez.

Alcançando as metas traçadas, o atleta espera um dia ser considerado ídolo do Timão. Por enquanto, apesar do nome marcado na história do clube com a bola na rede de Petr Cech e dos cortes de cabelo em sua homenagem, ele se vê como “um jogador mais”.

“Tento fazer o melhor para o Corinthians, matar pelo Corinthians. Isso, para mim, já é muito. Sei que foi um título importante, mas não me sinto ídolo. Tenho de seguir fazendo gols, dando satisfação à torcida. Quando acabar minha carreira, quem sabe eu não possa ser um ídolo do Corinthians?”, comentou.

Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Guerrero dispensaria o trânsito, como qualquer paulistano, mas diz que se sente em casa em São Paulo
De fato, ainda que intensa, a relação de Guerrero com o clube do Parque São Jorge ainda é curta. Foram só seis meses dos três anos do contrato, e, por enquanto, atacante e diretoria não veem o menor motivo para cogitar uma separação.

O peruano, após um período infeliz na Alemanha, está alegre no Brasil. Ajudou o gol contra o Chelsea, considerado por ele o mais importante da carreira, mas a própria vida na capital paulista enche de sorrisos o simpático jogador. Só há um problema.

“Do trânsito eu não gosto. Moro longe (Alphaville). Às vezes, demoro duas horas para chegar aqui. Mas eu gosto de todo o resto: o clima, o sol, a música, a comida. Gosto do humor, a mentalidade sul-americana é diferente. Tem muita gente agradável, eu me sinto em casa.”

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