Como tem ocorrido com todos os reforços apresentados nos últimos anos, Ayrton recebeu em sua apresentação um livro e um DVD com a história do Palmeiras. Mas ao menos parte dela ele conhece bem. O lateral direito faz parte de uma família de palmeirenses e pôde voltar a torcer pela equipe no fim do ano passado, quando já estava acertado com o clube e afastado pelo Coritiba.
“Torci para o time poder sair da zona de rebaixamento, ainda mais sendo um clube grande, que jamais poderia ter sido rebaixado”, disse o novo camisa 2 do Verdão, que assinou por três anos após ser emprestado pelo Londrina ao Coritiba em 2012. “Agora defendo essa camisa. E vou trabalhar forte para o time voltar”, prometeu.
À espera de sua estreia, que deve ocorrer no dia 20, contra o Bragantino, no Pacaembu, o jogador teve sua experiência como torcedor revivida graças a uma opção do Coxa. Em 23 de setembro, Ayrton teve uma lesão muscular e só poderia voltar em 11 de outubro, dia de duelo direto contra o descenso diante do Palmeiras. Como ele já estava acertado com o Verdão e os dirigentes o tinham anunciado, o lateral não foi mais escalado.
Apenas mantendo a forma física, Ayrton pôde se juntar aos familiares na torcida contra o rebaixamento, em especial seu pai, José Luiz. “Minha família inteira é palmeirense. Tem muito palmeirense em Piracicaba. Para eles e meus familiares, é um prazer eu estar aqui vestindo esta camisa hoje”, sorriu o novo lateral direito do Palestra Itália.
