Com portões fechados para torcida e imprensa, o Palmeiras realizou mais um jogo-treino de preparação para o Campeonato Paulista nesta terça-feira, na Academia de Futebol. Após o empate por 1 a 1 diante do Juventus, coube a Claudemir Peixoto, comandante do Moleque Travesso na Série A2 do Estadual, analisar a partida do ponto de vista de sua equipe e também do Verdão, que já havia realizado um embate semelhante no último domingo, quando venceu o São Caetano por 2 a 1.
Em contato por telefone com a GE.Net, logo depois de chegar à Rua Javari no final da tarde desta terça-feira, Claudemir garantiu que obteve um resultado positivo, já que o Palmeiras é um time de nome e, mesmo em processo de reestruturação sob o comando de Gilson Kleina, fez um bom jogo-treino. A única inovação do time da casa teria sido a formação com três atacantes, sendo que Luan e Barcos tiveram a companhia ou de Wesley ou de Patrick Vieira mais avançados.
“Gostei da nossa parte defensiva, porque marcamos bem tanto o Barcos, que jogava centralizado, quanto o Luan, pela beirada, e o menino que descia pelo outro lado, pela direita. Depois entrou o Maikon Leite, como terceiro atacante e com movimentação. Jogamos contra um time que variou suas jogadas e que chegava forte pelo meio, e fomos bem”, resumiu Claudemir Peixoto, explicando o jogo do Verdão.
Com os desfalques de Valdivia, Fernandinho e Tiago Real por lesão, além de Mazinho, que negocia sua transferência ao futebol japonês, o Palmeiras foi escalado da seguinte maneira contra o Juventus, e também contra o Azulão: Fernando Prass; Ayrton, Maurício Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Souza, Wesley e Patrick Vieira; Luan e Barcos.
