Edenílson achou bonita a presença de 15 mil torcedores no aeroporto, no embarque do Corinthians para o Japão. No Mundial, empolgou-se com os cerca de 30 mil alvinegros que fizeram a festa em Yokohama. Quando chegou ao interior do Rio Grande do Sul para as férias, imaginou que estaria distante da Fiel.
“Eu encontrei muitos torcedores por lá também. Acabei me surpreendendo, achei que não encontraria tantos. Foi uma passagem de ano da melhor forma possível, com um grande título por um grande clube”, afirmou o volante.
Para ele, que teve problemas de lesão em 2012, 2013 pode ser ainda melhor. Ganhar a Copa Libertadores e o Mundial em uma temporada inesquecível para o torcedor corintiano – com direito a rebaixamento do arquirrival – não satisfez o gaúcho.
Se tudo correr como espera o otimista jogador, haverá ainda uma sexta competição, a tentativa do tri mundial no Marrocos. Desta vez, até na antes “impossível” Libertadores, a condição do Corinthians será diferente.
“O respeito das outras equipes aumenta. Aqueles que não respeitavam começam a acreditar um pouco mais. A desvantagem do favoritismo é que a gente tem sempre que jogar bem. Acho que vamos lidar bem com isso”, apostou
