Futebol/Mercado - ( - Atualizado )

Preparador físico Omar Feitosa deve ser o novo gerente do Palmeiras

William Correia São Paulo (SP)

Para o lugar de César Sampaio, ídolo do Palmeiras como volante nos anos 1990, Paulo Nobre deve contratar um preparador físico para a função de gerente de futebol. O nome procurado, com o aval do diretor executivo José Carlos Brunoro, é Omar Feitosa, que trabalhou na comissão técnica do clube entre 2007 e 2010 e é formado em Educação Física, com especialização em Medicina do Esporte e Fisiologia.

Omar Feitosa ainda não foi anunciado porque segue trabalhando no Atlético-PR, como preparador físico. Mas a expectativa do presidente do Verdão é já apresentá-lo nos próximos dias. Por enquanto, ele se nega a confirmar o interesse pelo preparador físico, mas no clube já se conta com a volta do novo dirigente. A rádio Jovem Pan garantiu o interesse na contratação do preparador físico.

“O gerente de futebol é um profissional que já passou pelo clube e é extremamente sério, linha-dura. Não era gerente, mas vai iniciar na função. Vai fazer o que o César Sampaio fazia e outras que o Brunoro entender como relevantes”, explicou Nobre, que até cogitou manter César Sampaio, como queria o elenco, mas o novo diretor executivo pediu alguém novo para a função.

“O Brunoro prefere pegar uma pessoa e formá-la do que ter um profissional formado e já com vícios. Vai ser muito interessante”, apostou o presidente. “Ele não é conhecido, é um fato novo, e vamos trabalhar com gente nova para a filosofia que o clube se propõe”, justificou Brunoro.

Gazeta Press
Ainda no Atlético-PR, Omar Feitosa trabalhou como preparador físico no Palmeiras entre 2007 e 2010
Omar Feitosa tem 45 anos e já passou por Paraná, Chapecoense, Atlético-PR, seleção do Líbano, Coritiba, Comercial, Goiás, Grêmio, Shenzen Jianlibao (China), Botafogo, Ponte Preta e Portuguesa. No São Paulo, em 2004, fazia parte da comissão técnica de Cuca e chegou a causar polêmica expulsando Rogério Ceni de um treino no Morumbi.

O preparador físico chega com menos força do que Sampaio, que trabalhou de 1º de janeiro até segunda-feira sem salário, já que seu contrato acabou no dia 31 – era praticamente um voluntário. Se o antigo gerente negociava com atletas e muitas vezes representava o presidente Arnaldo Tirone e o vice-presidente Roberto Frizzo, Feitosa mal participará de contratações. Sua função será, basicamente, a de ser um elo entre dirigentes e atletas.

No organograma de Paulo Nobre, o presidente fica ligado diretamente ao futebol, recebendo raramente algum auxílio dos vice-presidentes Maurício Precivalle Galiotte e Genaro Marino Neto. As contratações serão discutidas só entre Nobre, o técnico Gilson Kleina e Brunoro, que cuidará também do marketing e do clube social.

A ideia de Nobre é de ter poder mais para veto financeiro até encontrar um manager para atuar como no futebol europeu. O presidente encarará esse profissional como um primeiro-ministro, tornando-se, nas palavras do próprio mandatário, uma espécie de “rainha da Inglaterra”.

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