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Guiñazu se despede do Inter: “É o dia mais difícil da minha vida”

Do correspondente Vicente Fonseca Porto Alegre (RS)

Em cinco anos e meio, Guiñazu criou uma identificação muito forte com o Internacional. E a recíproca é verdadeira: o argentino é ídolo do torcedor colorado, e a diretoria atendeu ao seu apelo, deixando-o ir para o Libertad em uma rescisão de contrato amigável. Na manhã deste sábado, Guina despediu-se dos colegas e dos torcedores.

“É o dia mais difícil da minha vida, pela decisão que tomei. Quero dizer um obrigado muito grande ao torcedor colorado. Dá vontade de chorar, porque vivi muitas coisas aqui. O Inter ganhou mais quatro torcedores: eu, a minha esposa e meus dois filhos. Saio com o coração limpo, alegre e feliz”, afirmou Guiñazu, que disputou 282 partidas pelo Inter desde 2007, marcando quatro gols.

Alexandre Lops/SCI
O volante Guiñazu se emocionou em sua coletiva de imprensa de despedida do Internacional
Guiñazu revelou que o Libertad fez contato com ele pela primeira vez nesta sexta-feira, mesmo dia em que foi anunciada sua saída do Inter. “Foi todo muito rápido, tudo aconteceu ontem (sexta). Comentei que se houvesse algum lugar para o qual eu poderia sair seria o Libertad. Me procuraram ontem, expressei o meu sentimento e o da minha família e acertamos”, disse Guiñazu.

O centromédio ficou conhecido do Internacional justamente atuando pelo Libertad, contra o Colorado, nas semifinais da Libertadores de 2006. Fixado como volante em 2008 pelo técnico Abel Braga, Guina virou ídolo do torcedor colorado pela raça e dedicação em campo. Ao todo, ele conquistou sete títulos em cinco anos e meio no Beira-Rio. Trata-se do quarto ídolo multicampeão a deixar o Inter nos últimos meses. Os outros foram Tinga, Renan e Bolívar.

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