Futebol/Mercado - ( - Atualizado )

Apesar de prazo até sábado, Palmeiras ainda confia que Assunção fica

William Correia São Paulo (SP)

Nesta sexta-feira, na Academia de Futebol, o presidente Arnaldo Tirone e o gerente de futebol César Sampaio participaram de mais uma reunião com Ely Coimbra Filho, empresário de Marcos Assunção. A renovação do volante, porém, ainda não foi acertada. E o prazo acertado pelas duas partes para esperar se encerra nesse sábado.

“O Palmeiras e ele têm um compromisso de se posicionar no caso de ‘sim’ ou ‘não’. O prazo pré-estabelecido era dia 5. Mas, se o fechamento estiver próximo, não é mais um ou dois dias que podem atrapalhar”, opinou Sampaio, otimista. “Ele iniciou no Santos, tem uma afinidade pelo Santos, mas aprendeu a amar o Palmeiras. E tem o filho palmeirense. Por tudo isso e gratidão, é um negócio promissor para ser fechado. Esperamos concretizá-lo logo.”

Enquanto Valdivia, com contrato até 2015, não aparece nem dá argumento para sua ausência, Marcos Assunção, sem vínculo desde segunda-feira, compareceu nos dois dias de treino da equipe em 2013. Nesta sexta-feira, até realizou exercícios para fortalecimento muscular, evitando entrevistas para não complicar ainda mais a negociação.

“O que faltam são particularidades naturais da renovação de um grande nome, como bônus, prêmios. É normal com todos os grandes jogadores que são referência”, tentou minimizar Sampaio, admitindo, contudo, que já não é mais possível fazer o jogador de 36 anos esperar demais em sua provável última temporada como profissional. “Esperamos não perdê-lo. É desejo do Marcos e do Palmeiras que ele permaneça. Mas a decisão passa pelo colegiado do COF.”

O argumento do gerente de futebol é o novo poder concedido ao Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) para até vetar contratações. Mas até o presidente do órgão, Alberto Strufaldi Neto, pediu para o departamento de futebol se esforçar pela manutenção de Marcos Assunção, o que aumenta a sensação de Sampaio em relação à permanência do veterano, presente no Verdão desde abril de 2010.

“Ele é o atual capitão do time, tem uma responsabilidade grande e uma dose também grande de liderança sobre o grupo. Como profissional, é uma referência, por isso nosso esforço para tê-lo”, afirmou, sem poupar elogios ao jogador que, em agosto, pediu para não conversar sobre renovação enquanto o time lutava contra o rebaixamento e ele sofria com dores no joelho direito que o fizeram até passar por cirurgia.

“O que pesa mais é termos interrompido essas conversas em agosto, mas foi um ato nobre da parte dele não querer renovar com o joelho operado. Hoje ele vem com uma realidade diferente. Está totalmente recuperado, com aval do departamento médico e ciente do que pode produzir. Ele só retomou as conversas a partir do momento em que conseguiu ficar 100% clinicamente”, enalteceu o gerente.

Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade