Futebol/Campeonato Brasileiro - ( - Atualizado )

Feliz como um novato, Wendel até esquece a "injustiça" de Felipão

William Correia São Paulo (SP)

Em dezembro, ainda “quase certo” no Palmeiras por conta do interesse da Ponte Preta em até comprá-lo, Wendel disse que se sentia “injustiçado, desrespeitado e menosprezado” por Luiz Felipe Scolari. Agora, já na pré-temporada do clube do coração e com quem tem contrato até 31 de dezembro, o volante se sente tão alegre que amenizou seu discurso.

 Volante viu desrespeito de Scolari

“Tenho certeza de que ele ia gostar do meu estilo de trabalho, aguerrido e com disposição em várias posições. Mas, se você ficar remoendo mágoa, não produz nem Deus vai abençoar. E já estou aqui no Palmeiras com muita alegria”, sorriu o jogador que reiterou que torcerá por Scolari na Copa do Mundo de 2014 como já fez no Palmeiras. “Respeito o Felipão. Sou um admirador e fã do trabalho dele.”

A declaração mostra o estado do jogador neste momento. Felipão não o quis e, entre 2010 e o fim de 2012, ele foi emprestado para Goiás, Atlético-PR, Grêmio-SP e Ponte Preta, chegando até a ser afastado para treinar em horários diferentes do elenco enquanto não achava uma equipe. Por isso, se sente um garoto recém-promovido, mesmo aos 31 anos.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Volante minimizou discurso anterior, quando disse que se sentiu desrespeitado pelo técnico da Seleção
“É como se fosse minha primeira vez no time profissional. É como quando subi e fiz aquele meu primeiro jogo, contra o São Paulo. É a maior satisfação da minha vida”, disse Wendel, que estreou no Choque-Rei das oitavas de final da Libertadores de 2006 e, agora, conta ter atendido ao pedido de muitos palmeirenses.

“Sempre que estive emprestado, andando nas ruas e em shoppings, o torcedor falva: ‘Wendel, volta para o Verdão’. Isso dá satisfação. Agradeço a Deus por cada momento, por cada treinamento. Como sou um prata da casa, me sinto em casa. Sinto de novo a alegria de estar defendendo esta camisa e vibrando com o torcedor”, comemorou.

Se não há mais raiva declarada de Felipão, o jogador não poupa ‘obrigados’ a Gilson Kleina. “Ele me levou para a Ponte Preta e me trouxe de volta ao Palmeiras. Voltei com confiança, e no futebol a confiança faz com que você produza melhor. E tem ainda a alegria de ter feito um bom trabalho fora e ser lembrado” , continuou o permanentemente sorridente Wendel.

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