O torcedor que acompanhar a estreia do Palmeiras no Campeonato Paulista já pode saber que time entrará em campo contra o Bragantino às 17 horas (de Brasília) deste domingo. Gilson Kleina já confirmou que os titulares no Pacaembu serão os mesmos que venceram o São Caetano e empataram com o Juventus em jogos-treino e praticou todos os fundamentos possíveis em quase duas horas de atividades até o início da noite desta sexta-feira. E sobrou para Souza, provocado pelo goleiro Bruno.
Antes mesmo do treino, já não havia dúvidas sobre a escalação. Em sua entrevista coletiva, o técnico confirmou que a equipe começará o Estadual com Fernando Prass; Ayrton, Henrique, Mauricio Ramos e Juninho; Márcio Araújo, Souza, Wesley e Patrick Vieira; Luan e Barcos. É a base que encontrou durante a pré-temporada.
O treinador não poderá escalar Valdivia, ainda com dores no tornozelo esquerdo, e deixará João Denoni na reserva por ainda não estar completamente recuperado de lesão no ombro direito, mas garante a titularidade do volante ao longo da temporada. Também estão vetados o meia Tiago Real, com luxação no ombro direito, e o lateral esquerdo Fernandinho, que teve o joelho esquerdo operado em agosto.
Em relação ao ano passado, além dos recém-contratados Fernando Prass e Ayrton, uma das novidades é Souza, volante que volta de empréstimo do Náutico. E ele dividirá com Ayrton a função de substituir Marcos Assunção, hoje no Santos, nas cobranças de falta. Quesito que treinou bastante nesta sexta-feira em meio a brincadeiras.
Enquanto isso, no outro gol do gramado principal da Academia de Futebol, Barcos, Wesley, Henrique e Mazinho treinavam cobranças de pênalti contra o goleiro Raphael Alemão. No campo ao lado, Mauricio Ramos, Leandro Amaro e Marcos Vinícius tentavam cortar os cruzamentos de Wendel e Mauricio Ramos tendo apenas o atacante Caio para marcar.
Antes dos treinos específicos, Kleina comandou um treino tático. Colocou seu time titular contra uma equipe formada por Bruno; Wendel, Leandro Amaro, Marcos Vinícius e Fabinho Capixaba; João Denoni, Mazinho, Patrik e Índio; Maikon Leite e Caio, cobrando movimentação intensa de todos.
Inicialmente, o campo foi dividido em três partes, com disputas setorizadas: dois atacantes enfrentavam dois zagueiros nas proximidades e dentro da grande área, enquanto os laterais e meio-campistas duelavam quando a bola ficava na parte central do gramado – apenas um deles por vez podia ‘invadir’ o setor da zaga.
Quem se mostrou à vontade com a atividade foi Barcos, que podia descansar enquanto a bola ficava no meio-campo e, com fôlego quando a tinha nos pés, driblava facilmente Leandro Amaro ou Marcos Vinícius para tentar superar Bruno, o que conseguiu muitas vezes. Até roubando bolas o argentino se destacou. O cansaço bateu quando Kleina fez todos os 20 jogadores de linha se limitarem a jogar no terço central do gramado.
