Futebol/Bastidores - ( - Atualizado )

Assunção ressalta Verdão, mas diz: “Hoje minha vida é o Santos"

Do correspondente Rodrigo Martins Santos (SP)

Depois de dois anos e meio defendendo as cores do Palmeiras, Marcos Assunção trocou de clube e voltou, após 14 anos, para aquele que é o seu time de coração: o Santos. Mas, nem mesmo o retorno para “casa”, fez o volante esquecer do Verdão. Orgulhoso de sua passagem pela equipe palestrina, Assunção ressaltou o carinho que sente pelo Palmeiras, apesar de agora estar vestindo a camisa de um rival do ex-clube.

“Os quase três anos que vivi no Palmeiras foram muito intensos, eu me doei muito. E, quer queira você ou não, quando você passa um período longo como esse em um clube, você acaba tendo um carinho pela instituição e pelas pessoas que lá trabalham. Muitas vezes, você passa mais tempo com eles do que com a sua própria família. Sou Santos desde pequeno, sempre falei isso e nunca escondi de ninguém. Mas deixei muitos amigos no Palmeiras“, afirmou.

Porém, Marcos Assunção destacou que, a partir de agora, o seu foco estará totalmente voltado para o Peixe. “Não deu certo (a renovação contratual) com o Palmeiras, respeito muito o que eu passei lá, mas hoje a minha vida é o Santos. Vai ser um ano de muito trabalho e, se Deus quiser, de muitas conquistas, junto com esse grupo maravilhoso. Não é que o meu carinho pelo Palmeiras vai desaparecer. Isso ninguém apaga, continua comigo. Só que, a partir do momento em que eu vim para cá, o meu trabalho vai ser direcionado a honrar a camisa do Santos, como honrei a de todos os clubes nos quais joguei“, comentou.

Indagado se, quando enfrentar os alviverdes, irá comemorar caso anote um gol diante da sua antiga equipe, o experiente meio-campista desconversou. Para Assunção, esse é o tipo de situação que apenas no momento em que ela acontecesse é que a resposta ficará clara.

Apesar disso, o volante garantiu que irá atuar com o mesmo empenho de outros jogos, contra o Palmeiras. “Não sei (comemoração), é uma coisa de momento. Na hora do jogo dá para saber. Acho que alguma coisa vai acontecer quando eu jogar contra o Palmeiras, pelos quase três anos que estive por lá. No entanto, sou um cara que sei separar bem as coisas. Vestindo a camisa do Santos, quando a torcida gritar o meu nome, vou esquecer tudo. É uma nova vida, uma nova fase, e vou tentar ganhar sempre. Até porque, quem vai fazer a alegria da minha família, me pagar para que eu sustente a minha casa, é o Santos. Por isso, é ao Santos que eu tenho de respeitar e honrar”, encerrou.

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