Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

"Quietinho", Jadson repete receita de 2012 para superar desconfiança

Tossiro Neto Cotia (SP)

No ano passado, quando vieram as primeiras críticas no São Paulo, Jadson rebateu, comprou briga com a torcida principalmente através de redes sociais. Mais tarde, percebeu que o melhor caminho era outro: falar o menos possível e convencer em campo. Na nova temporada, a receita será a mesma.

"Todo o mundo falava, meu nome era sempre colocado para sair, e eu trabalhei quietinho, conquistando espaço. Joguei até o final da Copa Sul-americana como titular. Vou continuar da mesma forma, buscando meu espaço e lutando por posição a cada dia", disse o meia.

O problema é que, agora, Jadson terá uma função diferente. Sem Lucas, negociado com o Paris Saint-Germain, mas com Paulo Henrique Ganso bem fisicamente, ele será deslocado ao lado direito do ataque, posição para a qual o clube tenta o chileno Eduardo Vargas, do Napoli.

"Estou tranquilo. Vou tentar fisicamente melhor do que estive no ano passado para começar bem a temporada. Se chegarem outros jogadores, eles serão bem vindos, o elenco vai se fortalecer", minimizou, deixando eventual definição com o técnico Ney Franco: "Aí é com o professor".

A seu favor, pesam os números. Em seu primeiro ano de São Paulo, o ex-jogador do Shakhtar Donetsk foi o líder de assistências da equipe tricolor: foi dele o último passe em 19 gols. Além disso, balançou a rede dez vezes, ficando atrás somente de quatro atacantes (Luis Fabiano, Lucas, Willian José e Osvaldo) na artilharia.

"Pretendo melhorar ainda. O primeiro semestre não foi tão bom, por causa da readaptação (ao futebol brasileiro). Mas este ano tem tudo para ser melhor, já com entrosamento, conhecendo melhor como cada um joga", concluiu o jogador, camisa 10 até o título sul-americano.

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