Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

Sai Príncipe, entra Pajé: são-paulino de 15 anos substitui Negueba

Cotia (SP)

Por não dispor da classe de Negueba – condecorado Príncipe pela diretoria na sexta-feira, lesionou o joelho direito no sábado –, o elenco são-paulino foi completado com outro atacante de apelido incomum no futebol: o menino Gabriel, conhecido como Pajé nas divisões de base, foi quem reforçou o time reserva em treino na manhã desta segunda.

"Quem é aquele magrinho ali?", perguntavam. "É o Gabriel, do sub-15", respondeu Milton Cruz, coordenador técnico e um dos responsáveis por solicitar um atacante à comissão técnica do time sub-15, que também se prepara no CT de Cotia. Mais tarde, em entrevista, o técnico Ney Franco revelou o apelido do garoto de 15 anos.

Gabriel passou a ser chamado de Pajé quando tinha cabelo 'tigela' e desandou a fazer gol nos times inferiores. Como possuía aparência de um indiozinho e era o principal nome da equipe, o apelido pegou. Contudo, a tendência é que, à medida em que for subindo, seja aconselhado, como outros já foram no clube, a abandoná-lo.

Enquanto não tem idade nem fama para isso, o garoto se preocupou apenas em ficar o mais próximo possível dos ídolos, como Luis Fabiano e Rogério Ceni. Nos momentos em que a atividade era paralisada para os atletas se refrescarem, ele colava no goleiro, que também costuma usar esse tempo livre para bater bola.

Site Oficial/saopaulofc.net
Pajé integrou o time reserva em treino com bola realizado na manhã desta segunda-feira, em Cotia
"Foi bom demais treinar ao lado do Rogério, Ganso, Lúcio, Luis Fabiano, que é meu ídolo", disse ao site do clube, alegando ter ficado com o coração acelerado ao ser chamado para treinar com os profissionais. "Não conseguia nem ficar em pé (risos). Mas aí fiquei tranquilo e me preparei bem para o treinamento".

Franzino, Pajé foi bem marcado pela dupla de zagueiros Lúcio e Rhodolfo, que “chegam forte”, mas recebeu elogios de Ney Franco ao final da experiência.

"É bom trabalhar perto da base por isso. Já adianta o trabalho de observação de alguns atletas. Ele atendeu às nossas expectativas para o treinamento. É mais um que a gente passa a conhecer", comentou o treinador, que, desde ano passado, trabalha com outros garotos da base. A maioria de nome composto e sem apelido: Henrique Miranda, Lucas Farias, João Schmidt...

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