Futebol/Copa Libertadores - ( - Atualizado )

Fábio Koff reforça prioridade na Libertadores por parte do Grêmio

Do correspondente Vicente Fonseca Porto Alegre (RS)

O Grêmio está com discurso afinado. Minutos após a coletiva em que o técnico Vanderlei Luxemburgo justificou o uso e reservas no Gre-Nal deste domingo por priorizar a Libertadores, foi a vez do presidente Fábio Koff e o diretor de futebol Rui Costa reforçarem as palavras do treinador. Koff se mostrou chateado com a derrota, mas reforçou a necessidade de manter o planejamento em um ano onde o Tricolor pode atuar em quase 90 partidas.

“É evidente que não se faz planejamento para perder, e é evidente que se não jogamos com força máxima hoje nós corríamos esse risco de derrota. Mas nós priorizamos e levamos fé que podemos chegar à final da Libertadores. O torcedor precisa ter consciência que quem ganhar os dois não ganha nada. Fizemos assim em 1983 e 1995, e temos convicção no trabalho”, justificou o mandatário gremista, lembrando das duas vezes em que o Grêmio ganhou a América, justamente com ele no comando do clube.

Segundo Koff, o calendário mais tranquilo dos próximos dois meses permitirá ao Grêmio jogar mais vezes no Gauchão com seus titulares: “em um calendário que prevê 87 jogos no ano, nós somos obrigados a priorizar uns jogos em detrimento de outros. O Campeonato Gaúcho não acabou hoje. Nosso projeto prevê a possibilidade de jogarmos o segundo turno na maioria das vezes com titulares”, disse o dirigente, que afirmou que, havendo liberação da prefeitura de Porto Alegre, o Grêmio deve atuar contra o Caracas na Arena, independente de como estiver o gramado.

O diretor de futebol Rui Costa também reforçou a prioridade do clube em relação à Libertadores: “sempre que houver qualquer coisa que possa atrapalhar ou nos causar perda técnica em relação à Libertadores, nós vamos priorizar. Estamos tristes com a derrota, mas temos a convicção de que o trabalho está sendo correto. Com calendário menos apertado, podemos usar os titulares mais vezes no segundo turno”, disse, concordando com a posição de Koff.

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