O zagueiro Henrique desconversa, mas a braçadeira de capitão lhe garante significativa importância no plantel palmeirense. O jogador se tornou um dos pilares do esquema tático alviverde e virou homem de confiança do técnico Gilson Kleina para organizar a equipe dentro e fora de campo. O atleta, contudo, encara o momento do Verdão de outra forma. Para o defensor, o clube atingirá o seu verdadeiro potencial com as entradas de Valdivia e Kleber.
A dupla finalmente foi liberada pelos médicos e se uniu ao restante do grupo nos treinamentos desta terça-feira. A expecativa da comissão técnica é contar com os dois jogadores já na partida deste domingo, contra a União Barbarense, no Pacaembu. E o provável retorno de Valdivia ao time titular é o que mais entusiasma o ‘líder’ Henrique para a nona rodada do Campeonato Paulista. 
Quanto ao provável reforço de Kleber, Henrique é mais comedido em seu discurso e cita apenas as características que notou durante o pouco tempo de convivência com o ex-jogador do Porto. “Ele é um cara de caráter e muita qualidade. O Kleber veio para nos ajudar e tem toda a chance de fazer história aqui também. Não só ele, como qualquer outro jogador pode se destacar. As coisas no futebol acontecem muito rápido.”
Enquanto Valdivia e Kleber se adaptam ao estilo de jogo do Palmeiras, Henrique seguirá como o principal nome da equipe de Gilson Kleina. O zagueiro, porém, considera que a sua braçadeira de capitão será mais um equipamento qualquer de jogo. “Não muda muita coisa para mim. A tarja é um equipamento e todo mundo tem a mesma força e palavra dentro de campo. Ser o capitão é indiferente, pois todo mundo precisa estar se cobrando em campo”, finaliza o defensor.
