Futebol/Campeonato Paulista - ( - Atualizado )

Henrique se dispõe a jogar em qualquer posição para ajudar o Verdão

Edoardo Ghirotto, especial para a GE.Net São Paulo (SP)

O técnico Gilson Kleina pediu e a diretoria do Palmeiras já trabalha para encorpar o reduzido plantel alviverde. Com a intenção de contar com pelo menos 30 atletas em 2013, o comandante precisa se organizar para escalar o Verdão com os 28 nomes disponíveis neste início de ano. Enquanto os reforços não chegam, o zagueiro Henrique promete que se esforçará para ajudar o clube alviverde em qualquer posição.

Henrique terminou o último Brasileirão como um primeiro volante. O jogador foi deslocado para o meio-campo após Marcos Assunção apresentar fortes dores no joelho e desfalcar o clube na reta final da competição. Em 2013, o zagueiro retornou para a sua posição de origem e viu o recém-chegado Vilson obter sucesso ao ser improvisado neste mesmo setor.

“Trocar de posição é indiferente para mim. O importante é a equipe se portar bem enquanto eu estiver em campo. O meu objetivo é ajudar o Palmeiras e se o Gilson Kleina optar por me escalar uma uma posição diferente, eu espero que a equipe possa reagir bem”, comentou Henrique, confirmado para o duelo deste domingo, contra a União Barbarense, como companheiro de zaga de Maurício Ramos.

Fernando Dantas/Gazeta Press
Henrique vem se destacando como zagueiro, mas promete ajudar o Palmeiras em qualquer outra posição
Além de se voluntariar dentro da equipe, o defensor também espera que o ambiente de trabalho continue propício para o grupo aprimorar o seu rendimento nesta temporada. “Muita gente não acreditava no Palmeiras e espero que continue assim. Nós estamos indo devagarzinho e crescendo a cada jogo. Tudo é fruto de um trabalho que vem sendo feito desde o começo do ano. Não é fácil se levantar depois de ser rebaixado, mas estamos dando a volta por cima. É um conjunto todo que se fortalece”, emendou o capitão alviverde.

Henrique, porém, sabe que ainda terá muito trabalho para recuperar toda a confiança da torcida palmeirense neste ano. “Tem muito caminho e muito chão para correr. Sempre vai existir pressão e cobrança em cima de quem joga em um time grande. Até mesmo a torcida sabe de como é difícil cair e se reerguer no ano seguinte. Mas as coisas estão acontecendo com o tempo e é só focar dentro de campo para buscar as alegrias que os torcedores estão precisando”, encerrou.

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