Futebol/Copa Libertadores - ( - Atualizado )

São Paulo ainda lamenta gancho e só vê Pacaembu como opção

Luiz Ricardo Fini São Paulo (SP)

A diretoria do São Paulo já se planeja para não ter o Morumbi na partida contra o Atlético-MG, no dia 17 de abril, pela rodada de encerramento da fase de grupos da Copa Libertadores da América. No entanto, apesar de acatar a punição da Conmebol, o vice-presidente de futebol tricolor, João Paulo de Jesus Lopes, ainda se mostra inconformado com a decisão.

“Mesmo se a punição fosse de R$ 5, eu a consideraria severa, porque o São Paulo não deu causa para isso”, afirmou o dirigente. O recém-criado Tribunal da Conmebol puniu o Tricolor com a interdição do Cícero Pompeu de Toledo por um jogo, em função da confusão na final da Copa Sul-americana do ano passado, contra o Tigre.

Na época, os argentinos alegaram ter sido agredidos por seguranças são-paulinos e sequer disputaram o segundo tempo. A diretoria tricolor, por sua vez, afirma que seus funcionários evitaram apenas que os adversários invadissem o vestiário mandante.

Djalma Vassão/Gazeta Press
Partida entre São Paulo e Tigre foi encerrada no intervalo e rendeu a perda do Morumbi
Ciente de que é praticamente impossível reverter a punição, Jesus Lopes aponta o Pacaembu como escolhido para receber o confronto, sem cogitar outras opções na região metropolitana.

“Não tem como não jogar no Pacaembu. No nosso caso, já é uma decisão da Conmebol, diferente do caso do Corinthians, que recebeu uma medida cautelar. É difícil ter algum tipo de mudança para nós”, comentou.

O caso citado pelo dirigente envolvendo o Corinthians foi analisado pelo mesmo Tribunal, que ordenou que o Alvinegro atue com portões fechados até que seja apurada a responsabilidade do clube na morte do torcedor boliviano Kevin Espada, de 14 anos, em jogo contra o San José, na semana passada, em Oruro.

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