Conforme esboçado durante a semana, o técnico Adílson Batista escalou o Figueirense com três atacantes e conseguiu uma vitória convincente diante do Guarani de Palhoça, neste domingo, pela abertura do segundo turno do Campeonato Catarinense. Logo após os 3 a 0 aplicados no estádio Orlando Scarpelli, o comandante explicou que o esquema, na verdade, não foi o 4-3-3, mas o 4-2-3-1, com Ricardinho e Eliomar jogando abertos, Felipe Nunes na armação e Marcelo Toscano como referência do ataque.
De folga nesta segunda-feira, o comandante do Figueira ainda não sabe se manterá o esquema ofensivo no próximo domingo, quando visita o Joinville. Enquanto isso, os reservas terão a oportunidade de aumentarem o ritmo de jogo na terça, quando o grupo se reapresenta e os jogadores que não vêm tendo oportunidades encaram os gaúchos do Novo Hamburgo em jogo-treino realizado em Florianópolis, às 15h30 (de Brasília).
Adílson Batista observará a atividade ao lado de sua comissão técnica, já pensando em quem tem condições de encarar o Joinville no final de semana. Fora de casa, o treinador não poderá contar com o meia Danilinho, que tem uma fissura no pé direito e fica fora por 45 dias, além dos volantes William Magrão e Ronaldo Três, suspensos por acúmulo de cartões amarelos. Assim, o jogo-treino servirá para testar opções para as vagas.
“O Danilinho é um jogador com grande potencial, como todos os outros que estão contundidos, como Tinga, Magrão e Heber. É claro que gostaríamos de ter todos esses atletas inteiros, mas isso faz parte do futebol. Começo desde já a quebrar a cabeça em busca de alternativas”, disse Adílson, que ainda brincou com o fato de todos os gols da equipe terem sido marcados em chutes de primeira: “Na minha época era só assim. Mas sempre para afastar o perigo”.
“Cada jogo é uma história. Mas, na verdade, não jogamos com três atacantes, jogamos no esquema 4-2-3-1. Não sei dizer se vou repetir ou não”, encerrou Adílson, que comanda o primeiro treino com grupo completo na quarta-feira pela tarde.
